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Sunday, January 18, 2015

Brasileiro -- BENJAMIN FULFORD -- O FALSO INCIDENTE DE PARIS VISA DERRUBAR A CASA DE SAUD ~~ 12:01:2015


Benjamin Fulford - O FALSO INCIDENTE DE PARIS VISA DERRUBAR A CASA DE SAUD ~~ 12:01:2015

Benjamin Fulford
12 de janeiro de 2015
O falso incidente Paris visa derrubar a casa de Saud


O incidente terrorista obviamente falso em Paris que ocorreu na semana passada, foi claramente destinado a preparar a opinião pública no Ocidente para uma operação que visa derrubar a monarquia saudita. A operação consistiu em escolher um jornal francês que publica charges de tal sorte que os levariam a uma pena de morte na Arábia Saudita e, em seguida, simular a execução da equipe desta revista. Isso serviu para conscientizar o público ocidental a ficar com raiva das coisas que o governo Saudita faz.

É um fato que a Monarquia da Arábia Saudita durante anos financiou e promoveu a obscurantista seita radical do Islã conhecida como Wahabismo. Eles também têm trabalhado lado a lado durante décadas com a família de criminosos nazistas Bush, em seu projeto de substituição da democracia ocidental pela ditadura totalitária. Este é um país onde, se você for pego em uma relação adúltera, a punição, para este fato, é tê-lo enterrado até a cintura na areia e depois apedrejado até a morte. Este também é um país onde você pode ser arbitrariamente morto pela família governante por questionar o seu controle naquele país. Quando eu estava lá, fui informado de que se sofresse um acidente de trânsito, eu deveria fingir estar ferido de modo a ser levado para um hospital, em vez de uma delegacia de polícia. Se eu acabasse em uma delegacia de polícia, eu poderia nunca mais sair, me disseram. Este país controlado por uma máfia familiar, tem utilizado a sua riqueza do petróleo para criar exércitos de fanáticos ignorantes em todo o mundo.

Então, para cortar o financiamento dos facistas islâmicos, decapitar o regime Saudita seria um bom lugar para se começar. Ou pelo menos é o que parece estar acontecendo nas mentes das pessoas encenando estes eventos em Paris.

Há um aspecto mais profundo nesta história.


Os Sauditas representam a si mesmos com um governo escravo controlado por elementos do Loja P2 Maçonaria Livre, que querem projetar uma batalha entre o cristianismo e o islamismo, a fim de forçá-los a tornar-se uma única religião, ou uma religião mundial controlada em segredo por eles. Eles criaram e financiaram Wahhabists e outros grupos extremistas muçulmanos falsos, a fim de criar um bicho papão para serem atacados pelos militares ocidentais com lavagem cerebral. O jogo final é uma ditadura fascista mundial, controlada por um pequeno grupo de famílias puras. Nesta versão, a realeza Saudita, são apenas peões que atuam fora do papel de maus compradores.

Quando meu pai, Dwight Fulford, foi embaixador canadense na Arábia Saudita no final dos anos 80, a realeza saudita que ele conheceu, tentou levá-lo para ler os Protocolos dos Sábios de Sião. Um príncipe Saudita também disse a este escritor "temos trabalhado neles há um tempo muito longo." A história que está sendo transmitida pelos sauditas é a de um grupo secreto "Sionista" manipulando eventos mundiais, a fim de tomar o controle do planeta.

O presidente francês, François Hollande, por sua vez, na televisão pública culpou o incidente em "les ilumina," palavra francesa que define os Illuminati.

Os Illuminati, a que ele estava se referindo, é mais provável que sejam os Illuminati gnósticos, um grupo que reivindica crédito pelas revoluções americana, francesa e russa. Este grupo quer acabar com a linhagem Européia. Hollande é afiliado com a Loja Maçônica francesa Grande Oriente, que iria colocá-lo sob o ramo francês da família Rothschild.

Os Illuminati anteriormente disseram à Sociedade White Dragon que eles querem acabar com a linhagem Europeia do Médio Oriente.

Agora vamos dar uma olhada no que está acontecendo no Oriente Médio. O que vemos é uma aliança entre a Turquia, Síria, Irã, Xiitas do Iraque, e o Pentágono, aparentemente enfrentando Israel, Arábia Saudita, Jordânia e Egito. A Turquia, Síria, Irã e os Xiitas Iraquianos juntos podem ter um exército moderno com mais de 1,5 milhões de homens. O Egito, Arábia Saudita, Israel e Jordânia em conjunto, podem reunir um pouco menos de um milhão. Se tanto o Pentágono e Rússia apoiarem a aliança turca, e, aparentemente, eles apoiam, isso significa essencialmente que, a Arábia Saudita, Egito e Israel não têm escolha real, mas terão que integrar a aliança Turco/Iraniana ou serem esmagados militarmente.

Agora vamos olhar para esta situação a partir do ângulo dos EUA. Aqui temos o regime de Obama teimosamente agarrado ao poder, em Washington, que ainda se recusa a contar a verdade sobre o 9/11 e o golpe de Estado fascista que se seguiu. Note também que ninguém significante do regime de Obama mostrou-se no grande evento da PR francesa na semana passada, que se seguiu o falso ataque terrorista.

E é o mesmo regime de Obama que está ameaçando vetar o plano do oleoduto de Keystone para trazer petróleo do Canadá para os Estados Unidos. Aparentemente, Obama pensa que é melhor para os EUA importar seu petróleo do patrocinado e fanático regime escravo sionista na Arábia Saudita, do que do pacífica e democrático Canadá.

O Pentágono, muito sensatamente, não está mais obedecendo todas as ordens do regime de Obama.

O novo Secretário de Defesa Ashton Carter, quando chegar ao seu escritório no próximo mês, sabe que o resto do mundo vai parar de financiar o Pentágono e o regime EUA, a menos que sejam tomadas medidas contra os criminosos de guerra neo-con, começando com a família Bush, que Obama ainda está protegendo.

Agora vamos voltar para a Europa. A França foi atacada imediatamente após o presidente Hollande pedir o fim das sanções contra a Rússia. A Alemanha também está falando na criação de um acordo de segurança conjunto com a Rússia fazendo do incidente de "terror" uma aposta provável.

Isto vem quando os EUA anunciam que estão fechando 15 bases militares na Europa e concentrando seu poder militar lá na Inglaterra. A Inglaterra também está se movendo agora para longe da Comunidade Europeia, com o objetivo de tornar-se uma espécie de Suíça Atlântica.

Enquanto isso, a Grécia, que é secretamente governada pela família real britânica (o marido da rainha Elizabeth, Philip, nasceu como príncipe da Grécia e Dinamarca), espera-se eleger um novo governo em 25 de janeiro, que irá deixar o Euro controlado pela Alemanha.

Então, vamos tentar visualizar o grande retrato do que está acontecendo. Temos um novo super-Estado emergente no Oriente Médio. Temos a Rússia e a Alemanha substituindo os EUA como os principais mantenedores da segurança na Europa continental. Temos a Inglaterra distanciando-se da Europa e reconstruindo suas pontes com o mundo Anglo-Saxão.

Na Ásia, por sua vez, a China tem feito um bom trabalho de esconder o quão poderosa verdadeiramente se tornou. Uma estatística alucinante diz tudo: nos últimos 3 anos, a China produziu mais cimento do que os EUA produziram em todo o século 20.

A China quer tranquilizar os seus vizinhos e ao resto do mundo que não representa uma ameaça. Por essa razão, não está apenas tolerando, mas, na verdade, financiamento os esforços do Pentágono para defender os países que fazem fronteira com a China. Como parte deste processo, (como mencionado anteriormente neste boletim), a China concordou com uma fusão entre a Coréia do Norte, Coréia do Sul com o Japão, sob a proteção do Pentágono.

Assim, o Pentágono move 60% de suas forças para a Ásia, enquanto os russos e alemães assumem o papel de proteger a Europa continental. O mundo muçulmano, por sua vez, vai se tornar forte e independente novamente, com menos fanáticos radicais.

Uma outra pequena notícia é que a China chegou a um acordo com os países do Caribe, América Central e América do Sul ("quintal" dos EUA) para aumentar o comércio bilateral à US $ 500 bilhões por ano.

E, em Washington DC, temos um regime de garupa realizando tolos atos anti-sociais, como incitar motins raciais, fingindo incidentes de hackers na Coréia do Norte, etc. Na maturidade psicológica que se assemelha a uma criança de dois anos que tem um acesso de raiva após seu doce ser tirado.


Fontes:
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