Labels

SUPPORT JULIAN ASSANGE

Friday, April 7, 2017

THIERRY MEYSSAN -- Donald Trump afirma a sua autoridade sobre os seus aliados








Donald Trump afirma a sua autoridade sobre os seus aliados 

Não se iludam com os jogos diplomáticos e com a tendência sistemática da comunicação mediática de seguir os acontecimentos, sem exercer espírito crítico.O que aconteceu esta manhã na Síria não tem nenhuma ligação, nem com a apresentação que vos é feita, nem com as conclusões tiradas a partir da mesma.

 | DAMASco (Síria)  









Esta manhã, os Estados Unidos dispararam 59 mísseis de cruzeiro, no Mediterrâneo, para destruir a base da Força Aérea síria de Sha'irat. Seria uma acção unilateral para sancionar um ataque de armas químicas que atribuem ao Exército Árabe Sírio.
Estupefactos com a amplitude da acção dos Estados Unidos, todos os comentadores concluíram que houve uma viragem de 180 ° da administração Trump, sobre a questão síria. A Casa Branca finalmente adoptou a postura da oposição dos Estados Unidos e dos seus aliados britânicos, franceses e alemães.
 Será que é verdade?

A realidade não corresponde à comunicação

Mísseis de cruzeiro atravessaram com segurança, a área controlada pela nova arma russa que inibe as comunicações e os comandos da NATO. Segundo o General Philip Breedlove, então Comandante Supremo da NATO, esta arma permitiu à Rússia adquirir vantagem sobre os Estados Unidos em termos de guerra convencional. Ela devia perturbar os sistemas de orientação destes mísseis. Não funcionou ou será que o Pentágono encontrou, finalmente, uma resposta técnica? Ou será que foi desactivada pela Rússia?
A defesa anti-aérea síria compreende o sistema S-300, controlado pelo Exército Árabe da Síria e o sistema S-400 apoiados pelo exército russo. Estas armas são capazes de interceptar mísseis de cruzeiro, embora esta situação, até agora não se tenha apresentado em combate.  Trata-se, naturalmente, de armas que disparam automaticamente. Elas não funcionaram. Nenhum míssil anti-míssil foi disparado, nem pelo exército russo, nem pelo exército sírio.


Logo que os mísseis de cruzeiro americanos atingiram o alvo, encontraram uma base militar quase vazia, que tinha acabado de ser evacuada. Portanto, os mísseis destruiram o asfalto, o radar e os aviões que estavam há muito tempo fora de uso, hangares e casas. No entanto, fizeram uma dúzia de vítimas, nove das quais morreram.


Embora nenhum míssil de cruzeiro tenha sido oficialmente perdido ou destruído, apenas 23 e não 59 atingiram a base de Sha'irat.


O que significa este cenário?

O Presidente Trump tenta, desde que chegou à Casa Branca, mudar a política do país, e substituir os confrontos e curso por formas de cooperação. Sobre a questão do "Médio Oriente Alargado”, ele assumiu a posição de "destruir" as organizações jihadistas (e não a sua "redução", como aconselhado pelo seu antecessor).
Nos últimos dias, reconheceu a legitimidade da República Árabe da Síria,mantendo assim, o poder do presidente democraticamente eleito, Bashar al-Assad. Recebeu o Presidente egípcio, Marechal Abdel Fattah al-Sisi, um aliado da Síria e felicitou-o pela sua luta contra os jihadistas. E restabeleceu um canal directo de comunicação entre Washington e Damasco.
O problema do Presidente Trump é convencer os seus aliados a aplicar a sua política, seja qual for o investimento que eles tenham aplicado para derrubar a República Árabe Síria.
Claro que é possível que o Presidente Trump tivesse feito uma viragem em três dias, por ter visto simplesmente uma transmissão de vídeo no YouTube, mas é mais provável que a sua acção militar desta manhã se associe à lógica da sua diplomacia anterior.
Ao atacar o Presidente Trump satisfaz a oposição, que não será capaz de se opor à continuação das operações. Ontem, Hillary Clinton apelou para um bombardeamento da Síria, em resposta à suposta utilização de armas químicas.
Donald Trump deu ordem de disparar mísseis de cruzeiro contra uma base semi vazia depois de informar a Terra inteira, incluindo a Rússia e a Síria.


Para Damasco, sacrificar esta base e a vida de alguns homens, deu-lhe autoridade para conduzir uma vasta acção contra todos aqueles que usam armas químicas. Mas, até ao momento, os únicos utilizadores das armas identificados pela Organização das Nações Unidas são: os jihadistas.
Daesh, também informado do ataque dos Estados Unidos (mas através dos seus patrocinadores britânicos, franceses e alemães) lançou imediatamente um ataque em Homs, privado,agora, da base aérea.
Veremos nos próximos dias como Washington e os seus aliados vão reagir ao avanço dos jihadistas. Só então saberemos se a manobra de Donald Trump e a aposta de Putin e Assad, funcionaram.
Articles sous licence creative commons
Vous pouvez reproduire librement les articles du Réseau Voltaire à condition de citer la source et de ne pas les modifier ni les utiliser à des fins commerciales (licence CC BY-NC-ND).
Post a Comment

assange



At midday on Friday 5 February, 2016 Julian Assange, John Jones QC, Melinda Taylor, Jennifer Robinson and Baltasar Garzon will be speaking at a press conference at the Frontline Club on the decision made by the UN Working Group on Arbitrary Detention on the Assange case.

xmas





the way we live

MAN


THE ENTIRE 14:02' INTERVIEW IS AVAILABLE AT

RC



info@exopoliticsportugal.com

BJ 2 FEV


http://benjaminfulfordtranslations.blogspot.pt/


UPDATES ON THURSDAY MORNINGS

AT 08:00h UTC


By choosing to educate ourselves and to spread the word, we can and will build a brighter future.

bj


Report 26:01:2015

BRAZILIAN

CHINESE

CROATIAN

CZECK

ENGLISH

FRENCH

GREEK

GERMAN

ITALIAN

JAPANESE

PORTUGUESE

SPANISH

UPDATES ON THURSDAY MORNINGS

AT 08:00 H GMT


BENJAMIN FULFORD -- jan 19





UPDATES ON THURSDAY MORNINGS

AT 08:00 H GMT

PressTV News Videos