Labels

SUPPORT JULIAN ASSANGE

Tuesday, January 16, 2018

Lavrov holds annual press conference -- FULL VIDEO AND PARTIAL TRANSCRIPT








Ladies and gentlemen,
First of all I would like to wish you belated happy holidays. I wish you success, health and prosperity in the New Year. We are grateful for your participation in our traditional news conference.
I don’t think I should occupy too much of your time with my opening remarks.   Just recently the President of the Russian Federation held a detailed and long news conference. Several days ago Vladimir Putin also met with heads of Russian media outlets, in particular, news agencies. I am sure you watched these major events and listened attentively to his comments, including those on foreign policy issues.
I will briefly say yet again that last year was not easy in the context of foreign policy. There were numerous hotbeds of tension in different parts of the world – from the Middle East and North Africa to neighbouring Ukraine. In the last few months the situation was seriously aggravated by Washington’s threats to resolve the nuclear issue of the Korean Peninsula exclusively by force. Similar threats were made regarding the Afghan issue for which use of force exclusively was also suggested. Recent statements aimed at sabotaging implementation of the Joint Comprehensive Plan of Action on the Iranian nuclear issue did not contribute to optimism and stability, either.
Regrettably, our American colleagues and their allies still want to operate only on the basis of dictates and ultimatums. They do not want to listen to the views of other centres of world politics, thereby refusing to accept the realities of the emerging multipolar world. The methods to which they resort to contain their competitors are, for the most part, quite dubious and conceived in bad faith, and their range is extensive – from the deployment of a global missile defence system to unilateral sanctions, exterritorial use of their own legislation and, as I have already said, threats to resolve any international issues exclusively in line with their own scenario, without stopping at anything, including the use of crude armed force. As a result, we are witnessing the devaluation of international law, diminishment of the role of international institutions and a growing number of countries placing their bets on an arms buildup which they see in the current situation as essentially the only guarantee for preserving their sovereignty.

Briefing by Foreign Ministry Spokesperson Maria Zakharova, Moscow, January 12, 2018 - FULL TRANSCRIPT


  1. Foreign Minister Sergey Lavrov’s visit to New York to take part in UN Security Council meetings
  2. Remarks by David Satterfield, Acting Assistant Secretary of State, Bureau of Near Eastern Affairs
  3. Developments in Syria
  4. The humanitarian situation in Raqqa
  5. Anti-Russian developments in Ukraine
  6. Recording biometric data of Russian citizens crossing the border with Ukraine
  7. Upcoming meeting on the DPRK in Vancouver
  8. Developing Russia-Japan cooperation in 2018
  9. Celebrating the 140th anniversary of Bulgaria’s liberation from Ottoman rule
  10. The act of vandalism against the memorial to Soviet soldiers who liberated Vienna on the city’s Schwarzenbergplatz Square
  11. Archive materials published in the US deal, among other things, with the commitments not to expand NATO to the East
  12. RIA GLOBAL designated as foreign agent in the USA
  13. Continuing Western pressure on social networks
  14. US State Department recommendations concerning trips to Russia
  15. Situation around Viktor But
  16. US Senator Benjamin Cardin’s report Putin’s Asymmetric Assault on Democracy in Russia and Europe: Implications for US National Security
  17. UK’s intention to discredit FIFA World Cup Russia
  18. Answers to media questions:
  1. List of countries recommended not to be visited by US citizens
  2. Preparations for the Syria National Dialogue Congress
  3. Organising Russian presidential elections in Syria
  4. The Ukrainian media response to awarding a grade rank to Inal Ardzinba
  5. Korean Peninsula situation
  6. Russian-Argentine relations
  7. Pressuring the media, freedom of expression, and US model of democracy
  8. The Syria National Dialogue Congress
  9. Attempts to disrupt negotiations on Syria
  10. Staffan de Mistura’s role in Syrian settlement
  11. Korean Peninsula situation
  12. Doping problems in run-up to Olympic Games
  13. “National security threat” to EU countries from Russian media, political scientists, human rights activists and scholars
  14. Unified concept to contain Russia



On January 18-19, Foreign Minister Sergey Lavrov will visit New York to take part in two high-level meetings: “Non-proliferation of Weapons of Mass Destruction: Confidence-building Measures” and “Building a Regional Partnership in Afghanistan and Central Asia as a Model to Link Security and Development.” These meetings are organized by Kazakhstan, which holds the presidency of the Security Council in January. The first meeting will be chaired by President of Kazakhstan Nursultan Nazarbayev and the second one by Foreign Minister of Kazakhstan Kairat Abdrakhmanov.

Monday, January 15, 2018

PT -- Manlio Dinucci -- A Arte da Guerra: A Itália em Armas do Báltico até África

 CoA mil ITA brg NRDC IT.png
A Arte da Guerra

A Itália em armas do Báltico até África

Manlio Dinucci

O que aconteceria se caças bombardeiros russos, Sukhoi Su 35, introduzidos no aeroporto de Zurique, a cerca de dez minutos de voo de Milão, patrulhassem a fronteira com a Itália sob o pretexto de proteger a Suíça da agressão italiana? Em Roma, todo o Parlamento insurgir-se-ia, exigindo diligências diplomáticas e militares imediatas.

Por outro lado, o mesmo Parlamento aceita e, essencialmente, mantém em silêncio a decisão da NATO de colocar 8 aviões italianos de combate, Eurofighter Typhoon, na base de Amari, na Estónia, a dez minutos de vôo de São Petersburgo, para patrulhar a fronteira com a Rússia, com a argumentação de proteger os países bálticos da "agressão russa". É uma notícia falsa com a qual a NATO, sob o comando dos EUA, justifica a escalada militar cada vez mais perigosa, na Europa, contra a Rússia.

Para deslocar os 8 caças bombardeiros na Estónia, com uma equipa de 250 homens, são gastos (com dinheiro proveniente de fundos públicos italianos) 12,8 milhões de euros, de Janeiro a Setembro, além das despesas operacionais: uma hora de um Eurofighter custa 40 mil euros, o que equivale ao salário bruto anual de um trabalhador.

Esta é só uma das 33 missões militares internacionais em que a Itália está envolvida em 22 países. Às actividades conduzidas durante longo tempo nos Balcãs, no Líbano e no Afeganistão, juntam-se as novas tarefas, que  - sublinha a Deliberação do Governo – “se concentram numa área geográfica, a África, considerada de interesse estratégico prioritário em relação às exigências da segurança e da defesa nacional ".

Na Líbia, lançada no caos pela guerra da NATO, em 2011, com a participação da Itália, a mesma Itália que hoje "apoia as autoridades na acção de pacificação e estabilização do país e no fortalecimento do controlo e oposição à imigração ilegal". A operação, que compreende 400 homens e 130 veículos, acarreta uma despesa anual de 50 milhões de euros, incluindo um subsídio médio de 5 mil euros pagos (além do salário), a cada participante nessa missão.

Na Tunísia, a Itália participa na Missão NATO de apoio às "forças de segurança" do governo, empenhadas em reprimir as manifestações populares contra a deterioração das condições de vida.

No Níger, a Itália inicia, em 2018, a missão de apoio às "forças de segurança" do governo, "no âmbito de um esforço conjunto europeu e americano para estabilizar a área", incluindo o Mali, Burkina Faso, Benin, Mauritânia, Chade, Nigéria e a República Centro-Africana (onde a Itália participa numa missão de "apoio" da União Europeia). É uma das áreas mais ricas em matérias-primas estratégicas - petróleo, gás natural, urânio, coltan, ouro, diamantes, manganês, fosfatos e outros - exploradas por multinacionais americanas e europeias, cujo oligopólio está agora em risco devido à presença económica chinesa progressiva. Daí a "estabilização" militar da área, na qual a Itália participa, enviando para o Níger, 470 homens e 130 veículos terrestres, que envolve uma despesa anual de 50 milhões de euros. 

A estes compromissos adiciona-se aquele que a Itália assumiu em 10 de Janeiro: o comando da componente terrestre da NATO Response Force, lançada rapidamente em qualquer lugar do mundo. Em 2018, está às ordens do Comando Multinacional de Solbiate Olona (Varese), da qual a Itália é "a nação líder". Mas - esclarece o Ministério da Defesa - este comando está “sob a dependência do Comandante Supremo das Forças Aliadas na Europa", que é sempre nomeado pelo Presidente dos Estados Unidos. A Itália é, portanto, uma "nação líder", mas sempre subordinada à cadeia de comando do Pentágono.

Il manifesto, 16 de Janeiro de 2018

IT - Manlio Dinucci -- L’arte della guerra: Italia in armi dal Baltico all’Africa

CoA mil ITA brg NRDC IT.png

L’arte della guerra

Italia in armi dal Baltico all’Africa

Manlio Dinucci

Che cosa avverrebbe se caccia russi Sukhoi Su 35, schierati nell’aeroporto di Zurigo a una decina di minuti di volo da Milano, pattugliassero il confine con l’Italia con la motivazione di proteggere la Svizzera dall’aggressione italiana? A Roma l’intero parlamento insorgerebbe, chiedendo immediate contromisure diplomatiche e militari.

Lo stesso parlamento, invece, sostanzialmente accetta e passa sotto silenzio la decisione NATO di schierare 8 caccia italiani Eurofighter Typhoon nella base di Amari in Estonia, a una decina di minuti di volo da San Pietroburgo, per pattugliare il confine con la Russia, con la motivazione di proteggere i paesi baltici dalla «aggressione russa». La fake news con la quale la NATO sotto comando USA giustifica la sempre più pericolosa escalation miitare contro la Russia in Europa.

Per dislocare in Estonia gli 8 cacciabombardieri, con un personale di 250 uomini, si spendono (con denaro proveniente dalle casse pubbliche italiane) 12,5 milioni di euro da gennaio a settembre, cui si aggiungono le spese operative: un’ora di volo di un Eurofighter costa 40 mila euro, l’equivalente del salario lordo annuo di un lavoratore.

Questa è solo una delle 33 missioni militari internazionali in cui l’Italia è impegnata in 22 paesi. A quelle condotte da tempo nei Balcani, in Libano e Afghanistan, si aggiungono le nuove missioni che – sottolinea la Deliberazione del governo – «si concentrano in un'area geografica, l'Africa, ritenuta di prioritario interesse strategico in relazione alle esigenze di sicurezza e difesa nazionali».

In Libia, gettata nel caos dalla guerra NATO del 2011 con la partecipazione dell’Italia, l’Italia oggi «sostiene le autorità nell'azione di pacificazione e stabilizzazione del Paese e nel rafforzamento del controllo e contrasto dell'immigrazione illegale». L’operazione, con l’impiego di 400 uomini e 130 veicoli, comporta una spesa annua  di 50 milioni di euro, compresa una indennità media di missione di 5 mila euro mensili corrisposta (oltre la paga) a ciascun partecipante alla missione.

In Tunisia l’Italia partecipa alla Missione NATO di supporto alle «forze di sicurezza» governative, impegnate a reprimere le manifestazioni popolari contro il peggioramento delle condizioni di vita.

In Niger l’Italia inizia nel 2018 la missione di supporto alle «forze di sicurezza» governative, «nell’ambito di uno sforzo congiunto europeo e statunitense per la stabilizzazione dell’area», comprendente anche Mali, Burkina Faso, Benin, Mauritania, Ciad, Nigeria e Repubblica Centrafricana (dove l’Italia partecipa a una missione UE di «supporto»). È una delle aree più ricche di materie prime strategiche – petrolio, gas naturale, uranio, coltan, oro, diamanti, manganese, fosfati e altre – sfruttate da multinazionali statunitensi ed europee, il cui oligopolio è però ora messo a rischio dalla crescente presenza economica cinese. Da qui la «stabilizzazione» militare dell’area, cui partecipa l’Italia inviando in Niger 470 uomini e 130 mezzi terrestri, con una spesa annua di 50 milioni di euro.

A tali impegni si aggiunge quello che l’Italia ha assunto il 10 gennaio: il comando della componente terrestre della NATO Response Force, rapidamente proiettabile in qualsiasi parte del mondo. Nel 2018 è agli ordini del Comando multinazionale di Solbiate Olona (Varese), di cui l’Italia è «la nazione guida». Ma – chiarisce il Ministero della Difesa – tale comando è «alle dipendenze del Comandante Supremo delle Forze Alleate in Europa», sempre nominato dal presidente degli Stati Uniti. L’Italia è quindi sì «nazione guida», ma sempre subordinata alla catena di comando del Pentagono. 


Il manifesto, 16 gennaio 2018

Manlio Dinucci -- GUERRA NUCLEARE IL GIORNO PRIMA Da Hiroshima a oggi: chi e come ci porta alla catastrofe




La lancetta dell’«Orologio dell’Apocalisse» – il segnatempo che sul Bollettino degli Scienziati Atomici statunitensi indica a quanti minuti siamo dalla mezzanotte della guerra nucleare – è stata spostata in avanti: da 3 a mezzanotte nel 2015 a 2,5 minuti nel 2017. Tale fatto passa però inosservato o, comunque, non suscita particolari allarmi. 

Sembra di vivere nel film The Day After (1983), in quella cittadina del Kansas dove la vita scorre tranquilla accanto ai silos dei missili nucleari, con la gente che il giorno prima ascolta distrattamente le notizie sul precipitare della situazione internazionale, finché vede i missili lanciati contro l’URSS e poco dopo spuntare i funghi atomici delle testate nucleari sovietiche. 

Questo libro ricostruisce la storia della corsa agli armamenti nucleari dal 1945 ad oggi, sullo sfondo dello scenario geopolitico mondiale, contribuendo a colmare il vuoto di informazione creato ad arte su questo tema di vitale importanza. Si è diffusa la sensazione che una guerra nucleare sia ormai inconcepibile e si è creata di conseguenza la pericolosa illusione che si possa convivere con la Bomba. Ossia con una potenza distruttiva che può cancellare la specie umana e quasi ogni altra forma di vita. Lo possiamo evitare, mobilitandoci per eliminare le armi nucleari dalla faccia della Terra.  Finché siamo in tempo, il giorno prima.   
 
L’autore, giornalista e saggista,  collaboratore de il manifesto e di Pandora TV, è membro del Comitato No Guerra No Nato
Con Zambon Editore ha pubblicato L’Arte della Guerra / Annali della strategia USA/NATO (1990-2016).
È stato direttore esecutivo per l’Italia della International Physicians for the Prevention of Nuclear War, associazione insignita nel 1985 del Premio Nobel per la Pace per aver «fornito preziosi servigi all'umanità divulgando informazioni autorevoli e diffondendo la consapevolezza sulle catastrofiche conseguenze di un conflitto nucleare». 

INDICE

1    La nascita della Bomba 
1.1  Il bombardamento atomico di Hiroshima e Nagasaki
1.2  Gli effetti dell’esplosione nucleare su una città
1.3  Gli effetti della ricaduta radioattiva
1.4  L’inverno nucleare
 
2    La corsa agli armamenti nucleari 
2.1  Il confronto nucleare USA-URSS
2.2  I missili balistici intercontinentali
2.3  La crisi dei missili a Cuba e l’ingresso della Cina tra le potenze nucleari
2.4  La pianificazione dell’attacco nucleare
2.5  Il Trattato sullo spazio esterno e il Trattato di non-proliferazione 
2.6  I missili balistici a testate multiple indipendenti 
2.7  La bomba N
2.8  I trattati sui missili anti-balistici e sulla limitazione delle armi strategiche
2.9  La Bomba segreta di Israele 
2.10  L’ingresso di Sudafrica, India e Pakistan tra le potenze nucleari
 
3    La polveriera nucleare 
3.1  Un milione di Hiroshima
3.2  La «valigetta nucleare»
3.3  I falsi allarmi di attacco nucleare
3.4  Gli incidenti con armi nucleari
3.5  L’inquinamento radioattivo dei test e degli impianti nucleari
3.6  Il legame tra nucleare militare e civile
3.7  Gli incidenti alle centrali nucleari
3.8  I movimenti antinucleari durante la guerra fredda 
 
4    Le guerre del dopo guerra fredda 
4.1  Il mondo al bivio
4.2  Golfo: la prima guerra del dopo guerra fredda
4.3  Le armi a uranio impoverito 
4.4  Il riorientamento strategico degli Stati Uniti 
4.5  Il riorientamento strategico della NATO
4.6  L’intervento NATO nella crisi balcanica e la guerra contro la Jugoslavia 
4.7  Terreno di prova dei bombardieri da attacco nucleare e uso massiccio di armi a uranio impoverito 
4.8  Il superamento dell’Articolo 5 e la conferma della leadership USA
4.9  Il «Nuovo Modello di Difesa» dell’Italia
4.10  L’espansione della NATO ad Est verso la Russia
 
5    La messinscena del disarmo 
5.1  Le armi nucleari e lo «scudo anti-missili» nella ristrutturazione delle forze USA
5.2  I trattati START sulla riduzione delle armi strategiche 
5.3  La messa al bando dei test nucleari e i test «subcritici»
5.4  Il Trattato di Mosca e il nuovo START
5.5  L’ingresso della Corea del Nord tra le potenze nucleari
5.6  Altri paesi in grado di fabbricare armi nucleari 
5.7  Le armi chimiche e biologiche  
 
6     La nuova offensiva USA/NATO 
6.1  11 Settembre: maxi-attacco terroristico in mondovisione 
6.2  11 Settembre: le falle della versione ufficiale 
6.3  Afghanistan: l’inizio della «guerra globale al terrorismo» 
6.4  La seconda guerra contro Iraq
6.5  La guerra contro la Libia
6.6  La guerra coperta contro la Siria e la formazione dell’ISIS
6.7  Il colpo di stato in Ucraina 
6.8  Le guerre segrete dal volto umanitario 
 
   L’Europa sul fronte nucleare 
7.1  L’Europa nel riarmo nucleare del Premio Nobel per la pace
7.2  Italia: portaerei nucleare USA/NATO nel Mediterraneo
7.3  La B61-12, nuova bomba nucleare USA per l’Italia e l’Europa 
7.4  L’escalation USA/NATO in Europa
7.5  Lo «scudo» USA sull’Europa 
 
8     Gli scenari dell’Apocalisse 
8.1   L’escalation qualitativa del confronto nucleare
8.2   La preparazione del first strike nucleare 
8.3   Armi elettromagnetiche e laser e aerei robot spaziali per la guerra nucleare
8.4   La mortale minaccia del plutonio e il monito inascoltato di Fukushima 
8.5   La minaccia del terrorismo nucleare 
8.6   Le nanoarmi: potenziali detonatori della guerra nucleare

9     Il giorno prima finché siamo in tempo
9.1   La strategia dell’Impero Americano d’Occidente
9.2   Il sistema bellico planetario degli Stati Uniti d’America 
9.3   L’ancoraggio dell’Italia alla macchina da guerra USA/NATO
9.4  Il disancoraggio dalla macchina da guerra USA/NATO, per un’Italia sovrana e neutrale, libera dalle armi nucleari 
 
 


304 PAGINE   /  15 EURO  / NELLE LIBRERIE FELTRINELLI E IN ALTRE / SU AMAZON.IT 

Thursday, January 11, 2018

DE -- Manlio Dinucci : "DIE KUNST DES KRIEGES"



"DIE KUNST DES KRIEGES"


 | ROME (ITALY)  

JPEG - 42.6 kb
Jeder redet über das explosive Buch über Trump, vollgepackt mit sensationellen Enthüllungen wie dem folgenden: Wie Donald seine Quaste setzt; dass er und seine Frau in getrennten Schlafzimmern schlafen; was Jene in den Korridoren des Weißen Hauses über ihn flüstern, wenn er ihnen den Rücken kehrt; was sein ältester Sohn getan hat (er traf sich mit einem russischen Anwalt im Trump Tower in New York, verriet seine Heimat und manipulierte die Ergebnisse der Präsidentschaftswahlen).

Allerdings redet kaum jemand von einem Buch, dessen Inhalt wirklich explosiv ist. Dieses Buch wurde etwas früher veröffentlicht und von Präsident Donald Trump unterzeichnet: die "Nationale Sicherheitsstrategie der USA". Es handelt sich um ein periodisches Dokument, das von Schwergewichten verschiedener Verwaltungen, insbesondere von Militärs, erstellt wurde. Verglichen mit dem vorherigen, das von der Obama-Regierung im Jahr 2015 veröffentlicht wurde, enthält die Trump Administration für Nationale Sicherheit der USA, Elemente substanzieller Kontinuität. Das grundlegende Konzept besagt, dass "Amerika an erster Stelle steht, damit es sicher, wohlhabend und frei ist", um dies zu erreichen, müssen wir: "die Stärke und die Bereitschaft haben, die US-Führung in der Welt auszuüben". Dieses Konzept, das von der Obama-Administration (wie von früheren Regierungen) zum Ausdruck gebracht wurde, lautet: "Um die Sicherheit des Volkes zu gewährleisten, muss Amerika aus einer Position der Stärke heraus führen".

Verglichen mit dem Strategie-Dokument der Obama-Administration (es spricht von der russischen Aggression gegen die Ukraine "und von einer Warnung für die militärische Modernisierung Chinas und seiner wachsenden Präsenz in Asien") ist das Dokument der Trump-Administration viel expliziter: "China und Russland fordere die amerikanische Macht, den Einfluss und die Interessen heraus und versuche, die amerikanische Sicherheit und den Wohlstand zu untergraben."
Auf diese Weise legen die Autoren des strategischen Dokuments die Karten offen auf den Tisch, die zeigen, was für die Vereinigten Staaten wirklich auf dem Spiel steht: das wachsende Risiko, seine wirtschaftliche Vorherrschaft zu verlieren, wenn neue staatliche und soziale Themen, insbesondere China und Russland, entstehen. Letztere ergreifen Maßnahmen, um die Vorherrschaft des Dollars zu verringern. Dies ermöglicht den Vereinigten Staaten, eine dominierende Rolle zu behalten, indem sie Dollars drucken, deren Wert nicht auf der realen wirtschaftlichen Kapazität der USA beruht, sondern auf der Tatsache, dass sie als globale Währung verwendet werden. 
"China und Russland - betonen die strategischen Dokumente - wollen eine Welt formen, die im Gegensatz zu den Werten und Interessen der USA steht. China versucht, die Vereinigten Staaten in der pazifischen Region zu verdrängen und die Reichweite seines staatlich gesteuerten Wirtschaftsmodells zu erweitern. Russland versucht, seinen Status als Großmacht wiederherzustellen und Einflussbereiche in der Nähe seiner Grenzen zu etablieren. Russland zielt darauf ab, den Einfluss der USA in der Welt zu schwächen und uns von unseren Verbündeten und Partnern zu trennen." 
Dies führt dann zu einer echten Kriegserklärung: "Wir stellen mit allen Mitteln der nationalen Macht sicher, dass die Regionen der Welt nicht von einer Macht beherrscht werden", das heißt, dass alle von ihnen beherrscht werden - von den Vereinigten Staaten. Mit "allen Mitteln" meinen sie eindeutig: mit militärischen Mitteln. Dies ist ein Instrument, mit dem die Vereinigten Staaten bisher eine klare Überlegenheit bewahrt haben.  
Wie im Jahr 2015 im Strategie-Dokument der Obama-Administration betont wurde: "Wir besitzen ein Militär, dessen Macht, Technologie und geo-strategische Reichweite in der Geschichte der Menschheit unerreicht sind"; wir haben die NATO, die stärkste Allianz der Welt " 
Die von Trump unterzeichnete "Nationale Sicherheitsstrategie der USA" bezieht sich also auf Italien und die anderen NATO-Länder, die dazu aufgerufen sind, die Ostflanke gegen die "russische Aggression" zu stärken und mindestens 2% ihres BIP für Militärausgaben aufzuwenden, wovon 20 % in die Ausbildung der Streitkräfte und den Kauf neuer Waffen fließen.  
Europa wird in den Krieg ziehen, aber das wird nicht im Rahmen von Fernsehdebatten diskutiert: dies ist kein Thema für den Wahlkampf.

“Donald Trump’s "Nationale Sicherheitsstrategie der USA" by Thierry Meyssan,  Voltaire Network, 26 December 2017.
Übersetzung: Renate Shany`Sha Rehberg

Wednesday, January 10, 2018

SP-- Manlio Dinucci -- «EL ARTE DE LA GUERRA»: El libro realmente explosivo es el que firmó Trump


«EL ARTE DE LA GUERRA»

El libro realmente explosivo es el que firmó Trump

Manlio Dinucci se indigna ante el enorme relieve que la gran prensa está dando a un libro de chismes contra Donald Trump mientras que nadie parece haber leído otro texto muchísimo más importante: la Estrategia de Seguridad Nacionaldel propio presidente Trump.

 | ROMA (ITALIA)  

JPEG - 42.6 KB

Todo el mundo habla del libro explosivo sobre Donald Trump, plagado de revelaciones sensacionales sobre cómo se peina Trump, sobre si su esposa y él duermen en habitaciones separadas, sobre lo que se dice a sus espaldas en los pasillos de la Casa Blanca, lo que hizo su hijo mayor, que al reunirse con una abogada rusa en la Trump Tower supuestamente traicionó la patria y modificó el resultado de la elección presidencial.
Pero nadie habla de un libro cuyo contenido sí es verdaderamente explosivo, que se dio a conocer poco antes y que lleva la firma del presidente Trump:
Se trata de un documento que redactan periódicamente los sectores más poderosos de las administraciones estadounidenses, sobre todo los militares. Al compararlo con el anterior documento de ese tipo, publicado en 2015 por la administración Obama, puede comprobarse que el de la administración Trump contiene importantes elementos de continuidad.
Es fundamental el concepto según el cual, para «mantener a América(léase “Estados Unidos”) en el primer lugar para que sea segura, próspera y libre», hay que tener «la fuerza y la voluntad para ejercer el liderazgo estadounidense en el mundo». Es el mismo concepto que había expresado la administración Obama –al igual que las anteriores:
«Para garantizar la seguridad de su pueblo, América debe dirigir desde una posición de fuerza.»
En relación con la doctrina estratégica de la administración Obama, que hablaba de «agresión rusa contra Ucrania» y de «alerta sobre la modernización militar de China y sobre su creciente presencia en Asia», el documento de la administración Trump es mucho más explicito:
«China y Rusia desafían el poderío, la influencia y los intereses de América, tratando de erosionar su seguridad y su prosperidad.»
Con esas palabras, los autores de esta nueva estrategia muestran sus cartas y revelan lo que verdaderamente está en juego para Estados Unidos: el riesgo creciente de perder la supremacía económica ante el surgimiento de nuevos sujetos estatales y sociales, con China y Rusia en primera fila. En efecto, estos dos países están adoptando medidas para reducir el predominio del dólar, que permite a Estados Unidos mantener un papel dominante imprimiendo dólares cuyo valor no se basa en la capacidad económica real de Estados Unidos sino en el simple hecho que esos dólares se utilizan como divisa mundial.
La nueva doctrina estratégica subraya:
«China y Rusia quieren formar un mundo que es la antítesis de los valores e intereses de Estados Unidos. China busca ocupar el lugar de Estados Unidos en la región del Pacífico, divulgando su modelo de economía bajo dirección estatal. Rusia trata de recuperar su estatus de gran potencia y establecer esferas de influencia cerca de sus fronteras. Su objetivo es debilitar la influencia estadounidense en el mundo y separarnos de nuestros aliados y socios.»
Vine entonces una verdadera declaración de guerra:
«Lucharemos con todas las herramientas de nuestro poderío nacional para garantizar que las regiones del mundo no sean dominadas por una sola potencia.»
Eso quiere decir que Washington tratará toda costa de que todas las regiones del mundo estén bajo la influencia de Estados Unidos. Entre «todas las herramientas» está, por supuesto, la militar pues se trata de un terreno donde Estados Unidos está en posición de superioridad. Como subrayaba la doctrina estratégica de la administración Obama,
«poseemos una fuerza militar cuyo poderío, tecnología y alcance geoestratégico no tiene igual en la historia de la humanidad; tenemos la OTAN, la alianza más fuerte del mundo».
La Estrategia de Seguridad Nacional de los Estados Unidos de América, recientemente firmada por Donald Trump, implica también a Italia y los demás países de la OTAN, llamados a reforzar su flanco oriental contra «la agresión rusa» y a dedicar al menos 2% de su PIB a los gastos militares y 20% de estos últimos a la creación de nuevas fuerzas y la adquisición de nuevo armamento.
Europa se va a la guerra, pero de eso no se habla en los debates televisivos. No es un tema electoral.
Para un análisis más detallado de la doctrina de seguridad nacional de la administración Trump, ver «Notas de lectura: La estrategia militar de Donald Trump», por Thierry Meyssan, Red Voltaire, 26 de diciembre de 2017.
Traducido al español por la Red Voltaire a partir de la versión al francés de Marie-Ange Patrizio

assange



At midday on Friday 5 February, 2016 Julian Assange, John Jones QC, Melinda Taylor, Jennifer Robinson and Baltasar Garzon will be speaking at a press conference at the Frontline Club on the decision made by the UN Working Group on Arbitrary Detention on the Assange case.

xmas





the way we live

MAN


THE ENTIRE 14:02' INTERVIEW IS AVAILABLE AT

RC



info@exopoliticsportugal.com

BJ 2 FEV


http://benjaminfulfordtranslations.blogspot.pt/


UPDATES ON THURSDAY MORNINGS

AT 08:00h UTC


By choosing to educate ourselves and to spread the word, we can and will build a brighter future.

bj


Report 26:01:2015

BRAZILIAN

CHINESE

CROATIAN

CZECK

ENGLISH

FRENCH

GREEK

GERMAN

ITALIAN

JAPANESE

PORTUGUESE

SPANISH

UPDATES ON THURSDAY MORNINGS

AT 08:00 H GMT


BENJAMIN FULFORD -- jan 19





UPDATES ON THURSDAY MORNINGS

AT 08:00 H GMT

PressTV News Videos