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Saturday, June 22, 2013

Richard Dolan entrevista um antigo Agente da CIA -- Citizen Hearing





Richard Dolan entrevista um antigo Agente da  CIA 
 Citizen Hearing

Anónimo: Sim, você sabe, à medida que ficamos mais velhos – tenho 77 anos agora – não podemos viver para sempre. Por isso, se este procedimento que vou efectuar para limpar o sangue não funcionar, então provavelmente tenho poucos meses de vida antes que os meus rins não funcionem mais. E é a razão porque quero fazer esta entrevista, nesta ocasião.

Richard Dolan: Está a dizer que tudo pelo que passou é demasiado importante, para que as pessoas desconheçam.

A: Sim.

R: Sim.

R: Pode – podemos começar pelo princípio da sua carreira militar e percorrer o que foram as suas experiências?

A: Eu estava no …[estava] alistado no serviço militar e entrei para o exército dos Estados Unidos. Depois disso, fui enviado para o Signal Training Center (Centro de Treino de Sinalização), [inteligível], no oriente dos Estados Unidos.

R: Que ano seria?

A:   '58. Frequentei o curso de treino de Sinais. E nessa ocasião frequentei o curso de teletipo de rádio e também o curso de criptografia, "Crytpo". Tinham cinco instrutores que estavam a sair do serviço militar, então escolheram os cinco melhores alunos, e eu estava em terceiro lugar, na classe. Por isso, fui designado para instrutor.

R: Nessa ocasião também trabalhava para a CIA?

A: Não.

R: Ainda não?

A: Não. Um dia depois, o meu chefe chegou perto de mim e disse: “Gostarias de algum obter dinheiro extra?” Respondi: “ O dinheiro é bom!” [risos mutuos]. Então explicou-me podia arranjar isso, [e que eu] teria de obter uma autorização especial da Casa Branca para esse trabalho. E pensei, caramba, deve ser uma coisa muito exclusiva. E respondi: “Bem, o que é isso?” E ele retorquiu: “Sou o Director da CIA, para a zona Oriental dos Estados Unidos.” Respondi: “Não sabia disso!” Ele acrescentou, “Não era suposto que soubesse!” [risos mútuos]

Teria de conseguir uma autorização Q especial, da Casa Branca, de apuramento para esse trabalho. Após sies semanas, a minha autorização especial chegou, e obtive o meu cartão da CIA. Era um cartão de Identidade, semelhante a um cartão de crédito, que eu podia introduzir no identificador da porta e fazer a leitura, entrar e o meu nome, nessa ocasião, também era um nome inventado. Nunca usei o meu nome verdadeiro. Comecei a trabalhar com ele no projecto em que ele estava inserido. Era o Projecto Blue Book = Livro Azul, que era, em parte, uma fraude.

R: Pensa que alguns dos casos do Blue Book eram completamente fictícios?

A: Sim, sim. Mas o caso em que estávamos a trabalhar, penso que era o Fort Belveel [sic], Maryland.

R: Mmhmm, Fort Belvoir?

A: Sim. E não veio do Pentágono. Ou não chegou dos quarteis generais da CIA. Mas tinhamos relatórios sobre um certo avistamento no México ou em Itália, ou algo parecido. E então teríamos de … tínhamos pessoas que iriam seguir este caso, que iriam entrevistar pessoas para ver se eram casos inventados ou reais.

R: Eles iam frequentemente ao estrangeiro?

A: Eu não fui, mas estive sempre em todos os estados [sic], mas as pessoas da CIA que trabalhavam connosco faziam-no. Teríamos um relatório novo algumas vezes durante uma semana. Eu tinha chegado recentemente ao exército, você compreende. Portanto, não tinha muito conhecimento de nada. Mas o meu chefe integrou-me no Projecto Blue Book, e no que encontraram depois. Abrangendo os Greys e os alienígenas, e o acidente de Roswell.

R: Como é que se sentiu quando isso quando lhe foi indigitado, quando soube disso pela primeira vez?

A: Bom, estava bastante perturbado com isso, compreende? E disse-lhe: “Não sei se irei ser capaz de julgar este tipo de assuntos – saber o que é verdade e o que não é – pois não tenho muito conhecimento disso.” Então …

R: O que é que ele disse?

A: Disse, "Bom, temos de ir construindo a informação enquanto avançamos e ver como resulta.”

R: E, claro, outra questão é que não podiam falar sobre esses assuntos com a família ou os amigos, obviamente.

A: Não, não, não podia mencioná-los a ninguém. De facto, fiz um juramento que não falaria disso a ninguém. Muito disso durante 40 anos e mais durante 50, o que significa até 2010.

R: Fez todo esse trabalho de criptologia, procurava imagens, fotos, vídeos. Em 1958, talvez no Outono de 58. Que aconteceu depois disso?

A: Nessa altura o Projecto Blue Book acabou. Se recordar esses dias,  declararam que não havia “nada”, sabe. E…

R: Disseram ao mundo que todos os OVNI’s eram identificações erradas, falsidades … [interferência na conversa]

A: Balões.

R: ...Talvez, problemas psicológicos.

A: Sim. Então o meu chefe veio ter comigo e disse: “Fomos ambos adjudicados para uma nova tarefa.” Disse: "Oh, vamos ao Capitólio. Vamos fazer parte da ofensiva de Eisenhower. Ele está a tentar encontrar algo sobre esses alienígenas que o MJ12 diz ter encontrado, mas dos quais nunca lhe enviou relatórios.”

R: MJ12, to grupo que controlava os UFO’s/OVNI’s. Chamavam-lhe MJ12, nessa altura? Sim?

A: Chamaram-nos.  [Nós] Fomos à Sala Oval, e o Presidente Eisenhower estava lá com Nixon e disseram: “Chamamos as pessoas do MJ12, da Área 51 e do S4, mas eles disseram que o Governo não tinha jurisdição sobre o que estavam a fazer.” Por isso, sendo um general na reserva, não lhes disse para irem para o inferno sem uma boa razão. Então, ele disse: “Quero que você e o seu Chefe voem até lá. Quero enviar-lhes uma mensagem pessoal.” Ele disse: “Quero que lhes diga quem é que manda, diga-lhes que têm a próxima semana para estar em Washington e para se reportarem a mim. E se não fizerem isso, mobilizo a 1º Exército do Colorado, e vamos investigar, vamos investigar a base. Não me interessa o material classificado que trouxeram. Vamos acabar com isso.”

R: Eisenhower ia invadir a  Área 51.

A: Sim, com o 1º Exército.

 R: Então você saiu com o seu superior …

A: Sim.

R: Voaram e aterraram. O que aconteceu? Pode descrever tudo o que aconteceu? O que viu?

A: Levaram-nos até 13 ou 15 milhas a sul de S4, a uma espécie de aberturas como as portas de uma garagem. E nessas portas de garagem, tinham diversos discos voadores. A primeira tinha a nave de Roswell lá dentro. Foi um esmagamento, mas aparentemente todos os alienígenas que estavam dentro morreram, excepto um casal.

R: Então você viu a nave de Roswell. E como eram as outras que viu?


A: Bom, a nave de Roswell era realmente estranha, porque parecia mesmo ser de folha de alumínio.
[tosse]. Podíamos andar até ela e podíamos movê-la. No total devia pesar 150-300 libras.

 R: Podiam dizer qual era a fonte de energia dessa nave?

A: Sim, era um aparelho gravitacional semelhante ao de River. De facto, mais tarde, obtive o código matemático para gravidade recorrente num cartão de 3x5. Penso que há tipos diferentes de Greys, etc.

R: Como viu essa evidência?

A: Mais tarde, no S4, vimos o filme da autopsia. E então o coronel disse: “O que temos aí é a entrevista com um alienígena Grey.”

R: Muito bem. Precisamente, nesse momento – como é que se sentiu?

 A: Bem, pensei, rapaz, não tinhamos ideia que íamos ver mesmo a coisa na realidade – tudo o que vimos foi um filme! [risos]

R: Você devia ter o coração acelerado, naquele momento.

A: Sim, o meu chefe foi capaz de ir e teve uma -- uma espécie de entrevista parcial com ele.

R: Então como se parecia esse alienígena Grey? Pode fazer uma curta descrição dele?

A: Esse tinha um aspecto que lembrava um oriental.

R: Então, interrogo-me, se ele parecia quase humano, porque é que esse não parecia humano?

A: Não, não parecia humano no que respeita ao tom da pele, e basicamente a forma e o tamanho dele.

R: Como era o tamanho da cabeça comparado com humano normal, por exemplo?

A: O cérebro era um pouco maior, e o nariz que era muito, muito pequeno. E os ouvidos eram buracos. A boca era muito pequena.

R: Mas, porque é que eles vos levaram lá? Para ver um alienígena? Qual era a ideia?

A: Para regressar ao Presidente e dizer-lhe que eles tinham um.

R: Então, nessa ocasião ele não sabia que eles tinham um alienígena em S4.

A: Não.

R: Então o que é que vocês fizeram na Área – o que fizeram ou o que tinham para fazer, nessa ocasião?

A: Sim, então basicamente tinhamos feito, [nós] fomos à Área 51, levaram-nos ao edifício principal e vimos um U2, que, evidentemente, não sabíamos que existia. E um modelo do SR-71.

R: Sim, o Blackbird. 

A: Então – mas como mencionei anteriormente, não era o modelo do actual Blackbird, mas uma versão inicial.

R: Depois disso, foram directos para Washington? 

A: Sim.

R: Ou foram a outro sítio … como é que chegavam lá, num voo através de uma companhia aérea regular?


A: Voamos de regresso noutro avião para a base aérea e, em seguida, tomamos o avião Lockheed Electra do Presidente Eisenhower, de volta a Washington.

R: Você e o seu Chefe, e encontram-se agora com o Presidente?

A: Sim.

R: Pode descrever-nos?

A: Bem, encontramo-nos com ele no segundo andar do velho edifício de armazenagem do OSS. E Eisenhower e Nixon estavam lá. E Hoover, também estava lá. Então, perguntou-nos o que estava a acontecer, e nós contamos-lhe sobre o alienígena e toda a situação. E os projectos negros, etc. E ele ficou totalmente chocado. Pela primeira vez, pareceu ficar preocupado. Você sabe, provavelmente estava preocupado.

R: Penso que Eisenhower estaria – quero dizer, certamente sabia que os discos voadores eram verdadeiros, por isso penso e estou a perguntar a mim próprio porque é que ele realmente estaria surpreendido?

A: Ah, surpreendido sobre os programas das operações negras. Eisenhower disse: “Temos de manter esta coisa completamente secreta.” Você sabe, Não podem falar sobre isto.”

R: O seu nome verdeiro é – quero dizer – o nome que lhe foi dado ao nascer – que era diferente do nome que tinha nesse …

A: Sim, nunca o usei na CIA, de maneira nenhuma.

R: Agora, e sobre hoje? Você vai a público com esta gravação e isto ainda é informação delicada, embora  anteriormente tenhamos falado sobre juramentos de segurança que podem expirar depois de um determinado período de tempo ……….

A: 50 anos, sim.

R: …Mas você ainda está preocupado.

A: A chamada telefónica de Linda [o último nome não é perceptível]—o telefone dela estava vigiado – e eles obtiveram o meu número de telefone através da Companhia.

R: Quando o encontraram o que é que aconteceu?

A: Eu ia à mercearia. Dois indivíduos, de fato preto, chegaram num Lincoln preto. E vieram ver-me, e disseram-me que era melhor não publicar nada ou falar com a Linda sobre mais coisas. Por isso, nessa ocasião, fi-lo. Parei.

R: Foi suficiente para o intimidar …
A: Sim. [eu] preferia continuar anónimo. Nunca mostrar a minha cara em nada.

R: Realmente, agradeço que tenha feito esta entrevista.

A: Sim, isto foi – penso, que uma boa ideia porque me sinto muito melhor depois de ter falado sobre este assunto .Sinto que tirei um fardo de cima dos meus ombros.

R: Realmente.

A: Porque tinha uma quantidade de segredos medonhos que mantive durante anos.


[fim do vídeo]
D.da T.
https://mail.google.com/mail/u/0/images/cleardot.gif
Q clearance = Autorização Q = o nível mais alto de autorização de segurança, permitindo o acesso a informação secreta, documentos, etc.

Transcribed by Steve Engratt
Translated by Maria Luisa de Vasconcellos
Email: luisavasconcellos2012@gmail.com

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