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Tuesday, April 29, 2014

Português -- Keshe entrevistado por Kerry Cassidy - Parte final








Kerry Cassidy do Project Camelot, 
Março 16, 2014

Transcript: Jasmine Martin 

Rising Life Media Services

March 17, 2014

Esta transcrição foi feita em paralelo, pelos nossos tradutores
Debra Bachus, Steve Engratt e Behi. 
Foram ambas apresentadas no mesmo dia e agradecemos a 
Kerry Cassidy toda a excelente colaboração.


Parte 1 e 2  - DISPONÍVEL AQUI


PARTE FINAL DA ENTREVISTA 


MK: Vá ao site da Fundação Keshe. Diz “DOAÇÃO” Depois use o link. Todos conhecem. Os nossos links são conhecidos internacionalmente.

Necessitamos juntar 55 milhões. É um livro aberto. Como lhe disse, fechei as minhas contas. Não vai nada para o meu bolso. Esta manhã recebi um email de um sujeito: “Gostaríamos de ser uma das primeiras 500 pessoas a voar no espaço, na nova nave. Quanto é que custa um bilhete? Tem de ser razoável.” Respondi-lhe: “Quanto é que você valoriza o bilhete para ir até ao Espaço? As pessoas pagam agora 10 a 15 milhões para ir ao Espaço por alguns dias, ou pagam 250.000 para estar no Espaço exterior durante alguns segundos. Quanto é que valoriza a tecnologia, de cujo desenvolvimento e progresso quer fazer parte? Você paga para si e não para mim. Estive sempre embrenhado nisto. Já vi o Universo inteiro. Não tenho apego ao tempo e às possessões da Terra. Disse muitas vezes à minha família: “Tenho vergonha de estar dentro de um corpo de homem, porque é muito vergonhoso o que o homem faz a si mesmo, mas temos de estar dentro do corpo para compreender a linguagem do homem, para ser capaz de falar com o homem para ele compreender. Portanto, não tenho nenhum apego. Se tivesse, teria gritado ao telefone: “Eles querem matar-me!” Não! Eu digo-lhes: “Eu rezo pelas vossas almas.” Não preciso estar dentro deles para compreendê-los. Estão connosco e sabemos o que eles estão a  fazer.

Não há pontos escondidos – e isso é algo que continuei a ensinar aos meus estudantes, durante a semana passada – eu ensino-os, você não necessita estar aí para compreender. Porque eles pensam em si e você sabe disso. O rei da Bélgica, o seu maior inimigo é a sua própria alma que está sentada no seu corpo. Não necessito fazer nada. Estas pessoas não compreendem a nossa estação, nem a nossa posição. Nada está escondido de nós, nada.

KC: Keshe, queria recordar-lhe que você disse que iria falar da sua experiência e do seu trabalho no mundo dos negócios. Quer falar desses assuntos?

MK: Sim, explico a minha experiência de negócios. Sou proveniente de uma família muito conhecida no Irão - uma família extremamente bem conhecida no Irão, no tempo do Xá. Nunca dependi da minha família. Trabalhei por conta própria desde que me formei. Não sabia nada sobre negócios, mas sabia que tinha que financiar algo que pudesse apoiar a minha pesquisa.  

Fui para a formação, e o meu treino era o mesmo que aplico na minha pesquisa científica actual, muito aberto e muito avançado. No meu trabalho encontrei paz e encontrei frontalidade em todo o mundo. Expandi o meu negócio, depois de dois ou três anos, para mais ou menos cinco gabinetes em três continentes. Não tinha sócios,  costumava negociar e viajar e literalmente gerir os meus negócios a um nível muito elevado, desde o negócio do petróleo, o dos diamantes, comércio, através de financiamentos governamentais para apoios a projectos novos. Estávamos profundamente envolvidos quando o Oriente e o Ocidente se separaram. Vi pobreza extrema e vi riquezas espantosas. Usávamos diamantes nos sapatos para mostrar que são duros, porque não tínhamos mais sítio onde os colocar. Tudo o resto estava coberto de diamantes. Vejo pessoas nos meus escritórios de África, na Gâmbia, que tinham de pagar 12 pence para que outros não morressem de malária, porque não tinham 12 pence para pagar. Você compreende que isso não tem valor se não puder sustentar o ser humano com isso.


Assim, construí organizações multimilionárias, totalmente privadas, desconhecidas de todos. Tem de compreender, não se envolve com os governos a este nível, ou o Governo Britânico não vem ajudá-lo. Com a paz na Irlanda do Norte, se […]. Realmente, a estrutura que apoiávamos, (…) e fizemo-lo. Quando lhe expliquei que esta foi a posição que alcançámos, não é porque alguém na rua, chega perto de si  e diz: podes fazer isso. Foi construído, os sistemas estavam em posição, nós tínhamos várias companhias na posição certa e sabíamos o que tínhamos de fazer. Fomos solicitados para os sistemas de segurança em Inglaterra para tratarmos disso. E recordo sempre, quando me reuni com as pessoas do M15 na (Scotland Yard), eles disseram: “Sabe no que está a envolver-se?” Eu respondi: “É pela paz; algumas coisas valem a pena, mesmo com o risco da minha vida.” Eles responderam: “A mensagem será transmitida a Downing Street. Vamos para a frente com o trabalho de paz.”

Então começa a compreender no alto nível que eu estava situado. Tive de deixar a Grã-Bretanha devido à situação criada pela corrupção do governo, que abandonei. Ao mesmo tempo não podia compreender o que aí estava a acontecer. Saímos de uma taça de fogo  para uma panela de fogo com o que aconteceu na Bélgica.

Assim, vi riqueza. Viajei através de 65 a 70 nações. Tive negócios em 120 nações. Todas as cores das raças estiveram nos meus livros e estive lá... posso dizer-lhe o nome dos lugares pela cor do puxador da porta. Você não pode fazer isso se não estiver lá. Isto fez parte do meu treino, para compreender o homem, para compreender como lidar com o homem.

Tenho uma lembrança muito interessante. Quando estive em Washington… você conhece a Casa Branca: a porta mais próxima dela é o lugar mais pobre onde vi um homem morto na rua. Na esquina há um hotel com um grande shopping center na cave. Um pouco mais acima há um Hotel Holiday Inn. Vi um cadáver a 70º negativos, na nação mais rica. Pensei: “Que vergonha quando à distância de um olhar da Casa Branca, pode ver-se um cadáver na rua!” Eles sabem precisamente onde estive, em Washington. Entrei em palácios das nações Africanas. Vi um homem morrer de fome. Não há diferenças entre os países mais ricos e os mais pobres. É tudo o mesmo no que diz respeito à fome.

Pomos um fim a esta situação com esta tecnologia. Se encontrar uma garrafa vazia de Coca Cola, um pedaço de arame, e pode deitar mão a duas baterias de dois telemóveis velhos, podemos garantir ter energia suficiente, água e alimentos para sobreviver em qualquer parte do Universo. Esta patente foi divulgada ontem. Este foi o maior receio dos governos e das multinacionais.

Durante dois ou três anos tenho estado a dizer: se você tem dois ou mais telefones móveis, pode ter tudo o que quer. Toda a gente esperava que muito em breve a água gotejasse dos telemóveis  e o ouro gotejasse das costas deles. Quando referi isto aos meus investigadores, há algumas semanas, disse: “Toda a gente está à procura dos telefones para começar a gotejar água deles. Disse-lhes: ‘Tudo que têm a fazer é abrir a parte de trás do telemóvel/celular e retirar a bateria. Em cada bateria há cerca de 30 a 50 cm de placas de cobre, que são usadas para a fase positiva e para a fase negativa da bateria; retiramos as placas, fazemos aquilo que se designa como “camada nano”, que foi mostrada recentemente em Fukushima. Podemos colocá-la numa panela que é feita de barro ou de aço, ou seja do que for, e nós mostrámos como fazer hidrogénio atómico com a garrafa de Coca Cola (que mostrámos em Fukushima). Então você tem hidrogénio, tem uma Terra a girar, tem o Sol na sua mão. O que é que gostaria? Este processo será mostrado pelo nosso cientista da Bélgica; ele trabalha com cerâmica, com barro. Está a fazer um reactor de barro.  
Temos agora  pessoas, um cidadão Americano que está connosco na qualidade de investigador, e um investigador da República Checa. Como referi antes, estão a montar um reactor que é fabricado por engenheiros Iranianos, em Teerão. E agora é uma corporação internacional. Estão a montar os seus reactores juntos, na próxima semana, e vemos o que é que constroem. Quer seja carvão, ouro ou água.

Todos estes sistemas foram originalmente usados nessas teias de cobre da parte de trás dos telefones móveis que não tinham valor para ninguém, mas que agora são uma fonte de vida. Você pode aprender como pode usar esses fios de cobre. Nós mostramos; eles têm tudo explicado na Internet. Tenho visto os pesquisadores. E se depois vocês oxidarem esses fios de cobre dos telemóveis, não necessitam de mais nada. Podem produzir 100 kW ou 300 kW de electricidade para usar como luz. Quando não precisarem de luz, podem criar calor, criar água e quando acabar, podem mudar os fios e fazer um campo magnético gravitacional de uma vitamina ou de um mineral, de que necessitem para se alimentar. É a simplicidade da tecnologia que serve o homem. Assim o homem em África não morreria, e o homem da rua perto da Casa Branca, não morreria por não se ter podido aquecer. É a beleza de tudo isto.

Pelo menos deixei um legado através do qual nenhum homem terá fome, e espero e desejo – o meu desejo mais querido é – que as pessoas que fabricam armas acabem com esse processo, porque, como disse, podemos encontrar o avião onde ele está neste momento. Realmente, em breve, não eu, mas as pessoas que recebem agora as patentes, mudarão a posição do carbono ou de outro material em todas as balas deste planeta. E podem pôr um fim às guerras.

Como disse, na semana passada estava a ensinar como fazer ouro. Eu disse: para fazer ouro, necessitamos de mercúrio e de um neutrão. E eles olharam para mim, “Mas, a nível atómico,  o ouro tem menos um neutrão do que o mercúrio.” Respondi: “Sim, se quiserem tirar um protão, um neutrão e um electrão ao mercúrio para fazer ouro, isso dá muito trabalho. Mas se adicionarem um neutrão ao mercúrio, que imediatamente muda para protão e electrão, então têm mercúrio instável, que se transforma em ouro e hélio, e podemos empurrá-lo para se tornar energia.”
Então, agora o segredo de fabricar ouro está fora do saco. E penso que custa menos do que um cêntimo fazer dois ou três quilos de  nano pó de ouro, se compreenderem o que isso é. E perguntei aos Ingleses: Quantas toneladas de ouro querem que eu deposite no Banco Central da Líbia, para vocês tirarem de lá? O ouro não tem mais valor. Houve segredos sobre a maneira de fabricar ouro. Está nas santas escrituras e referi isso recentemente. A maturidade do homem irá chegar quando o homem compreender como mudar a matéria. E agora sabemos. O homem é imaturo.

Agora já toda a gente sabe como fazer ouro. Vamos, arranje algum mercúrio. A parte de trás do seu espelho, a maioria é mercúrio de maneira que você não será capaz de ver. O termómetro de vidro do jardim, que mostra a temperatura, é mercúrio. Se souber como extrair o neutrão do carbono ou da combinação de carbono e hidrogénio da garrafa de Coca Cola, então o mercúrio pode transformar-se em ouro no mesmo reactor enquanto você produz energia.


Então o ouro já não tem qualquer valor, agora que todos sabem como fazê-lo do mercúrio, ou vice versa.  Para mudar um elemento, que é o que você necessita, não necessita fazer essas fusões elaboradas. As fusões são um disparate. Eles estão a tentar fazer… Nas últimas três semanas, um punhado de físicos nucleares, e todos concordamos, este projecto de 30 biliões no Sul da França é totalmente sem significado do ponto de vista da fusão, e nunca foi atingido, mas do ponto de vista do jogo do conhecimento  científico, vale biliões.

Nunca conseguiremos uma fusão. A fusão, a maneira como o dinheiro é gasto nela, expliquei muito simplesmente: não podíamos aguentar 7000 graus quando o Columbia regressou à Terra. Ardeu, simplesmente. Perdemos dois vaivens. Um deles foi no regresso, devido à temperatura elevada que assolou os seus corpos físicos devido ao escudo do  calor ter desaparecido. Como é que estes cientistas esperam manter esta fusão para criar o calor do sol que é de 100’000’000 graus? Não temos conhecimento para manter 7000! Perdemos aquelas belíssimas pessoas na nave, quando regressaram à Terra. Como é que podemos guardar e controlar 100’000’000 graus e num reactor, que não é nada? Eles dizem que a fusão foi feita, durante milésimos de segundo, e que o calor se dissipou. Vocês tentaram manter a fusão durante dois dias. Não irá demorar mais de um ou dois minutos, numa fusão adequada. Do que é que eles estão a falar? Não temos conhecimento para transferir o calor de 100’000’000 graus do centro. O sol está tantos milhões de quilómetros afastado de nós. Ele aquece um pouco mais, vocês ficam um pouco mais próximos dele e ele evapora toda a água do planeta. Agora você vai e vive no centro dele, do que foi criado aqui, no Sul de França; isso não faz sentido. Está a fazer bom dinheiro para a pesquisa. Então o que podemos fazer: retiramos a estabilidade do átomo e ele quebra-se/transforma-se naquilo que você deseja. É muito mais fácil. É como fazemos a Física funcionar.

Então você quer ouro nas próximas semanas, nós produzimos ouro no Centro de Pesquisa da Fundação Keshe. Começamos a vender o ouro ao mesmo preço do metal, porque não tem mais valor. Não estou a fazê-lo, porque ensinei 8 pessoas a fazê-lo, e agora eles estão a ensinar online outras pessoas a fazê-lo. Portanto, muito em breve pode comprar outro tão barato como o cobre e, talvez, tão barato como a água.

KC: Keshe, tenho algumas perguntas a surgir no chat. Uma pessoa pergunta, se é capaz de produzir ouro, por que não financia a sua fundação com esse ouro?

MK: Oh, podemos fazê-lo, sem problemas! Fizemo-lo há seis anos, em Teerão. O ouro não tem valor. Não ensinamos a produzir coisas para vender essas coisas. Posso divulgar várias coisas. Você nunca saberá. Quer que lancemos ouro no Mercado? Quer que lancemos diamantes no mercado?

Deixe-me perguntar-lhe o seguinte: Não necessitamos produzir ouro. Posso ir para a África do Sul. Posso ir para o Congo, comprar diamantes ao preço de 5 a 10 $ por carate, trazê-los para a Europa, introduzi-los num dos nossos reactores, o que está feito, pois tenho de explicar este processo aos compradores de diamantes da Bélgica, porque os diamantes estão a chegar em proporções diferentes e posso vender esses diamantes de 3.000 a 5.000 $ por carate. Puros, usando esse processo. Nem sequer necessito ir, encontrar mercúrio e ficar sujeito a contaminação. E  o facto é que você está a produzir a mesma estrutura de diamante nos seus diamantes e no seu ouro.


KC: E por que é que não usa esse sistema? É por causa dos políticos? Por que é que não faz isso?

MK: Iria comprometer a estabilidade da situação. Não estamos aqui para fazer isso.

KC: Está preocupado que os mercados caiam em todo o mundo se estas coisas forem vendidas?

MK: Os Americanos compreenderam o potencial desta tecnologia. Disseram: o mundo já teve uma falência. Não pode aguentar outra desvalorização. Não estamos aqui para perturbar. Necessitamos do ouro no espaço. Temos de produzi-lo por qualquer razão desde que tenhamos necessidade disso. Sempre que uma pessoa faz uma pergunta semelhante, mostra o nível de ignorância de que não compreendem por que é que estamos aqui. Posso produzir plutónio. Onde é que isso nos colocaria? Tão facilmente como podemos produzir ouro, podemos produzir água para alimentar o homem.

O  objectivo total é afastar a ganância. O ouro não tem valor fora da fronteira deste planeta. Continuo a dizer, quantos milhões de dólares pode vender a um extraterrestre no espaço? É isso a que damos valor, o que podemos controlar através dele.

Você sabe, quem acabou de fazer essa pergunta, por favor arranje uma garrafa de Coca Cola e um pouco de mercúrio. Siga o debate que os investigadores colocaram sob os links e nos seus forums. Devia ser capaz de fazer 2 ou 3 kg, ou 4 kg de ouro, amanhã de manhã. E se não conseguir fazer, isso demonstra que nunca percebeu o valor da vida. O nosso ensino é muito simples, portanto, é melhor ler os livros.


KC: Okay, Keshe, e sobre o CERN, o Hadron Collider. O que é que compreende que estão a fazer lá?


MK: Bem, isso é parte da pesquisa! Não somos os derradeiros. Fazemos parte do processo de aprendizagem. A raça humana tem de compreender o espectro na totalidade, mesmo as coisas que estão escritas nos livros que escrevi, o conhecimento que divulguei. Só agora aprendemos como a pesquisa é feita e como mudar o mercúrio em ouro, como pode ser feito de maneira tão simples.

Esse CERN é necessário. Os sistemas do Sul da França  são necessários, Os reactores de água pressurizada, na América,  são necessários, pois como físicos, nem sequer arranhamos a superfície da ciência. Assim, você não pode dizer que está errado. Assim, eles fazem coisas que estão erradas. Rimos. Não para insultá-los, mas sabe que eles disseram que estavam à procura do Bosão de Higgs, com o CERN.  Como disse, tive uma infelicidade. Uma das maiores infelicidades da minha vida, foi sentar-me perto do ex-rei da Bélgica. Fez-me uma pergunta – costumava  tomar café  com a rainha, lá onde eu trabalhava -  e perguntou-me: “O que pensa sobre isto?” Respondi: Chamam-lhe a particula de Deus.” Se compreendeu o que lhe expliquei antes (pois tinha explicado o plasma e o que abordei aqui sobre os balões) é que, quando o campo magnético se  torna mais lento, transforma-se em matéria, em estado físico como nós.

Deste modo, todos nós somos partículas de Deus. Rimo-nos do CERN, mas na realidade é porque não compreendem, assim colocamos este assunto de outra maneira. É como insultar o seu filho, que faz uma coisa que lhe parece estúpida. Eles têm de fazê-lo. Têm de compreender.

Alguém fez uma observação, é a mesma que conhecem em relação a Steven Hawking. Quando escrevi, em 2004, um artigo sobre os buracos negros, afirmei que escoam e são uma fonte de vida, ele disse que os buracos negros são [...] e depois alterou esta afirmação. Inserimos este artigo no meu livro. Por coincidência, inserimo-lo no livro no mesmo dia em que ele mudou de opinião. Quando tivemos o artigo, colocámos uma cópia numa carta do Instituto. Portanto estava fechada. Steven Hawing está acabado como cientista, porque este ano ele escreveu um artigo a confirmar que a minha teoria estava correcta desde o princípio.

Por isso, tanto quanto sabemos agora, a revisão dos pares não tem significado. As minhas patentes estão aí. Por que é que as minhas patentes tinham de ir para a Europa, para alguém, para seu benefício, dizer-vos: Sim. Está correcto ou não está. Você testa as minhas patentes em todos os pormenores, e se forem boas para si, isso é para si. Não precisamos que ninguém, nas patentes europeias, decida sobre a posição financeira do seu país, se uma patente pode ser vencedora ou não. Se você a pode fazer, ela será patenteada.

Por isso, a questão é  se você pode patentear devido ao conhecimento. A maneira que penso que Dirk Laureyssens, a maneira como ele escreveu as suas patentes, ele cobre tudo o que a Humanidade gostaria de patentear. Agora está aberto e ninguém pode patentear. É conhecimento livre.

Então esta situação é muito fácil. Agora temos todo o conhecimento. Temos todo o conhecimento da maneira que o escrevi, então podemos concretizá-lo. Podemos fazer ouro. Podemos fazer tudo o que você quiser. Suprimimos a revisão feita por um par. Se você compreender, você já fez a revisão como se fosse um par.


KC: Tenho outras perguntas a chegar ao chat. Gostaria de lhe fazer essas perguntas, a não ser que tenha algo que prefira falar um pouco mais.


MK: Não há problema.


KC: Quero agradecer a Sterling Allan por apoiar o nosso trabalho. Sabe que ele colocou a sua informação na página web dele para que as pessoas possam aceder a ela?

MK: Eu sei. Antecipo com prazer o Sr. Sterling Allan. Ficámos um pouco distantes, durante algum tempo, devido a algo que ele divulgou e que penso não ser correcto que alguém que é imparcial, faça um comentário, porque pode estar certo ou errado. Enviei-lhe a informação. Foi isto o que aconteceu. Foi uma comunicação amigável, mas ele publicou essa comunicação amigável. O que está certo. É generoso e cuida dos nossos interesses, e eu agradeço-lhe. Fez uma quantidade de bom trabalho a favor da Fundação e de vários cientistas. De certa forma é um porto livre, e o conhecimento tem de ser restabelecido através de portos livres.


KC: Alguém pergunta, que espécie de perfil você procura para o seu projecto do espaço? Por outras palavras, necessita de peritos em computação, trabalho de rede, electrónica...


MK: Necessitamos de tudo. Enviem os vossos emails para o Spaceship Institute. A beleza disso é que eu já não estou mais encarregado dele. Dei muito controlo e poder de decisão ao painel de investigadores. Os oito investigadores desse painel irão decidir quem necessitam e o que querem. Eu recebo, examino e entrego incondicionalmente ao painel. E esta semana, ou na próxima, iremos partilhar quem cuida de que parte do Spaceship Institute. Eles sabem o que é necessário. Temos necessidade de tudo.

Primeiro de tudo, necessitamos de doações para iniciar a construção da nave. Isso é primordial. De outra maneira podemos falar até que a vaca tussa. Ou vamos vender as nossas almas às multinacionais, seja o que for que façam, eles querem fazer parte desse projecto.

Como sabe, agora o reactor de energia está nas mãos dos Italianos. Estão a fazer o que gostam com ele, e em breve iremos mostrar a nossa unidade comercial, que é feita pelos Italianos. Demos incondicionalmente aos Italianos. Realmente isso é mentira. Impusemos uma condição. A única condição que demos com a tecnologia aos fabricantes Italianos, foi que todas as partes do reactor teriam de ser fabricadas em Itália, pois cria emprego e riqueza para os Italianos.

Fizemos o mesmo com os Chineses. Tem de estar tudo no mesmo país; de outra maneira precisamos de programadores de computadores. Necessitamos de metalúrgicos. Precisamos de pessoas que entendam de armazenagem de gases, pois podemos absorver energia do campo magnético gravitacional no Universo... quantos gases precisamos armazenar.

Se observarem a patente que libertámos, ela mostra 4 – 2, que é a secção de armazenagem. Precisamos de pessoas que tenham um grande conhecimento do efeito da radiação sobre a saúde, porque no Cosmos, nos nossos reactores, criamos radiação e temos de compreender a rápida mutação no corpo e o que vai seguir-se. Precisamos de saber - isto abrange pessoas habilitadas em comunicações que possam compreender a interacção do campo magnético, a comunicação zero e o tempo de comunicação.

Conhecemos os pesquisadores do Brasil e o governo Brasileiro. Pedimos e divulguei e temos uma comunicaçção íntima com o governo Brasileiro; esperamos ter uma pessoa do Brasil a bordo sobre estes assuntos. Sabemos quem está a trabalhar neles.

Temos necessidade de pessoas que tenham um bom conceito de protecção e segurança. Significa que o conhecimento que desenvolvemos seja dado em primeiro lugar aos governos para que possam construir sistemas de segurança para que o conhecimento e a tecnologia não possam ser usados em actividades terroristas ou algo semelhante. Eles necessitam colaborar com a Fundação. Tem de ser uma colaboração de todos os governos através de qualquer forma e feitio, de modo que o conhecimento, que iremos actualizar, chegue primeiro às mãos da força da polícia do mundo (ou como quiserem chamar-lhe). Ninguém pode ser prejudicado. Pois bastantes pessoas pensam que, a partir de agora que temos esta tecnologia, podemos ir da China ao Médio Oriente, ou do Médio Oriente à América e fazermos o que gostamos de fazer. Essas coisas têm de acabar. A segurança nacional, a segurança internacional vai tornar-se prioritária. Assim, temos necessidade dessas pessoas que sabem desse assunto.

Costumava trabalhar com as forças de segurança. Sei o que isso significa, mas o meu conhecimento apenas arranha a superfície. Precisamos de pessoas que conheçam este processo, e digo-vos, tivemos uma colaboração íntima com os oficiais de segurança nacionais durante anos, através do meu trabalho, e sei que essas pessoas fazem um trabalho fantástico. Vocês andam nas ruas e não são assaltados. Vocês andam nas ruas, dormem nas vossas casas e acordam amanhã de manhã – todas esta necessidades, a segurança não pode proteger as pessoas completamente. Dizem que pagam muitos impostos, mas não se queixam de que podem deixar a porta de entrada aberta e acordar de manhã e ainda ter a mobília dentro de casa. 

Assim, em larga escala, necessitamos de oficiais de segurança para nos aconselhar, para informar os governos através de nós do que está a chegar e o que tem sido planeado antecipadamente. Não necessitamos de manter a informação. Apenas necessitamos de tempo. Foi como aconteceu com a pen USB. Demos a pen USB aos governos há um ano e meio, e agora está nas mãos do povo. Esse intervalo de tempo permitiu aos governos fazer trabalho e pesquisa, como o que está para chegar. É necessário. Tenho o maior respeito por todas as forças governamentais nacionais, seja a polícia, ou seja uma força nacional, pois sem elas, não temos país, não temos nações e somos comidos. Vemos o que acontece quando a anarquia se estabelece.

Assim, necessitamos de pessoas que compreendam e tenham bom conhecimento do plasma do espaço profundo. Há cerca de 20 dessas pessoas no mundo. Não são muitos. Conheço dois deles. Um está na NASA e gostaria de juntar-se a nós. Sei que se juntará a nós se abrirmos a porta da maneira certa ao governo Americano. Porque no futuro, a velocidade é tão rápida, temos de compreender a posição do plasma no ponto de destino, e essas pessoas sabem-no. É uma capacidade e um conhecimento especial. Temos um homem na América, na NASA; ele tem o registo do homem que esteve mais tempo no espaço [?] 1:26:36. É da América Central. Ele sabe do que estou a falar. Tenho muito respeito por ele. É responsável pelo programa de propulsão a jacto por plasma da NASA. Pessoas como ele, que colaboram com o programa, são um tesouro para a Humanidade – não para a Fundação, porque o conhecimento pertence a todos. Tenho muita admiração por ele, pois sei que pode dar-nos muito conhecimento sobre a ausência de peso.  
Por outro lado, necessitamos muitos dos Russos, porque a tecnologia espacial Russa está muito, muito, muito avançada. Pelo menos 20 a 25 anos à frente da NASA. Conheço-os. Trabalhei com eles. Tive uma colaboração muito íntima com essas pessoas.
A realidade é que necessitamos de tudo. Necessitamos de pessoas que fabriquem cadeiras. Não podemos sentar 500 pessoas no chão. Isto é uma realidade. Precisamos de pessoas que saibam de tudo. Não temos amortecedores nessas naves. Necessitamos de posicionamento magnético, posicionamento a respeito da superfície. Isto é um desafio para os Russos. Eles desenvolveram-no muito bem.

Necessitamos de tudo. Já não se trata apenas de nós. Agora com a libertação destas patentes, é da conta da Humanidade como querem fazer a primeira Arca de Noé. Chamamos-lhe Arca de Noé. Através da primeira nave, transportamo-nos através do Universo e para além. Talvez devido à ganância do homem haja muito que não saibamos. Estamos a lutar por nada. 
Necessitamos de uma estrutura muito rápida através dos governos e das Nações Unidas – não sabemos quem ou quantas pessoas podem deixar este planeta. Será um pesadelo.



KC: O que quer significar? Não compreendo. Você quer saber quantas pessoas podem deixar o planeta?


MK: Muito em breve. Posso ver o futuro. Nos próximos 10 a 15 anos … Como sempre digo, o pai nas traseiras de uma aldeia africana está feliz onde está. O homem que está nas ruas de Nova York, está feliz porque tem um telhado sobre a sua cabeça. São os rapazes ricos e os cientistas que desejam ver o que está a acontecer nas Bahamas e como é na selva Amazónica, e gastam o seu dinheiro a ir para lá. Agora, tal como as selvas da Amazónia ou como são as Bahamas, será Vénus ou outro sistema planetário. Não é um conto de fadas. Será o que iremos alcançar antes do fim deste ano, se a Humanidade trabalhar conjuntamente. Nós juntamos todos os investigadores. Estamos a pedir mais 25 investigadores, que sejam principalmente cientistas teóricos. Podemos colocar o nosso trabalho num laboratório sob forma digital, em forma matemática para todos poderem repetir o mesmo processo.

Quando estes cientistas forem encontrar mais e mais, podemos pôr um reactor no carro e parar em Marte, amanhã de manhã. Não se trata de uma nave. Um simples carro pode voar se o colocarmos no tapete. Você conhece os tapetes persas; agora são uma realidade. Íamos mostrar o primeiro carro voador em 26 de Novembro, em Eindhoven, há dois ou três anos, mas fomos impedidos pelas mesmas pessoas, pelo Sr. Hans Bracquené. Vieram a minha casa. Vieram ao meu laboratório na Bélgica, Quando lhes mostrei, disse: “Tenho um problema. Vou mostrar amanhã este carro a voar, em Eindhoven. E ele perguntou: “Tem licença de voo? Se não tiver, não pode fazê-lo.” Confiscaram o material do meu laboratório. Ninguém compreendeu a importância do que eles tentaram fazer. Não vieram confiscar o material. Se você confiscar uma droga ilícita, você tira-a, leva-a para o centro e prende o sujeito. Não chega ao laboratório de um cientista, confisca e apreende o material nuclear, deixa-o no seu laboratório e você parte. 

Então, obviamente isso estava estabelecido. Tenho todas as cartas do centro nuclear Belga sobre este assunto. E a polícia, quando partiram, sabiam. Eles disseram que era apenas para nos desacreditar. Mostramos todos os planos de negócio, a pedido do governo flamengo através de Price Waterhouse, na Bélgica, que desenharam e construíram os primeiros reactores espaciais e os reactores de medicina, em 2009, na fábrica da General Motors, na Bélgica. Tenho mesmo em qualquer parte, uma comunicação do Snr. White que se tornou o presidente temporário da General Motors, para assumir o controlo da fábrica. Os nossos reactores, a nossa tecnologia foi divulgada [...] já em 2005 e 2006. E o governo Belga ficou melindrado devido ao cantão Flamengo querer produzi-los. E quando o Sr. Hans Bracquené foi informado, bloqueou o fabrico. Ameaçaram uma série de ministros. Se fossem para a frente connosco, perderiam os seus cargos.

E agora estão a fazer o mesmo em Itália. Não vou esconder-me em embaixadas, mas dou um aviso directo a Sua Eminência, o Papa: Faça da minha casa uma Igreja. Ninguém vai para as Igrejas para prejudicá-lo. Você sabe, os padres, quando violam ciranças, vão responder à igreja e ninguém vai à igreja prendê-los porque a igreja é a casa de Deus. As pessoas vêm aqui para tocar  e para aprender como salvar a Humanidade. Estou em Itália. Peço ao Vaticano para fazer da minha casa uma igreja, para não poder ser tocado por ninguém. Temos necessidade disso. O Papa sabe.

Deixe-me contar quão ponderosa a fundação da Igreja é. O Vaticano pode negar. Nunca divulgamos, mas o Vaticano pode negá-lo. Na hora da investidura do Papa actual, durante o serviço em que foi investido como Papa, O Tratado de Paz da Fundação Keshe foi-lhe entregue. Então, o Papa actual leu o tratado de paz, o tratado de paz mundial. E ele menciona partes deste mesmo tratado, partes do tratado de paz que a Fundação Keshe escreveu e divulgou. Por isso, o nosso trabalho, já está dentro dessa estrutura. E o Vaticano sabe onde estamos. Os apoiantes da Fundação Keshe existem dentro dos governos. Os quatro pacotes integrais do tratado mundial da paz, que foi dado a sua Excelência, o Presidente Obama. Foi enviado para o Irão, para o Presidente Iraniano, sua Eminência o Presidente Ahmadinejad Khamenei; eles enviaram-no ao Primeiro Ministro Japonês. Enviaram-no a todos os líderes. 

Foi dado pelas pessoas próximas do Papa, ao Papa, e ele já tinha sido investido como Papa. Não esteve à espera de ninguém. Temos pessoas que são altamente influentes.


Por isso, o Papa sabe. Faça da minha casa uma igreja. Uma igreja, a casa de Deus, não pode ser tocada porque ensinamos unidade, amizade e paz. Então é uma casa de Deus. Se eu fosse Muçulmano, faríamos o mesmo. Tornem-na num lugar sagrado porque estamos a ensinar Cristãos, Judeus, Muçulmanos e Budistas.

Assim, de certa maneira, onde estamos com os nossos investigadores, tornamo-nos a casa das nações. Comemos juntos, É muito estranho. Você sabe, os meus investigadores podem dizer-lhe. Nunca ninguém viu um preceito como este. Não temos um quadro preto. A minha esposa fá-los sentir em casa. Eles cozinham e comem. Temos de dizer-lhes: Por favor, podem ir para casa? Eles permanecem até às 10 e 11 horas da noite, e chegam às 9 da manhã. Desfrutam a união do homem, na ciência e na tecnologia. Não têm inibições. Não escondem nada do que aprenderam, como pensam e o que ensinam uns aos outros. A nossa investigadora japonesa cozinha para todos como uma mãe. Quando não está lá, cozinham uns para os outros. E cuidam uns dos outros, como vivemos no espaço. Aqui, eles estão literalmente no seu espaço. Fechamos as portas e ninguém entra. Vivem e trabalham. É como vai ser. Temos de aceitar isto como ética, tornamo-nos a ética do homem no espaço. No espaço, quando estiverem numa nave espacial a viajar e pararem em diversos sítios, não podem vender um palácio, comprar um Rolls Royce, nem mesmo uma rosa seca. Quase que não há espaço na nave para viver. Essas são as realidades que vemos. A minha esposa cozinha para eles. Em que instituto é que se faz tal coisa? Na semana passada, tinham poucos cobertores e almofadas. Ela certificou-se que eles tinham conforto quando fossem para casa. Tratamo-los como se fossem nossos filhos, mesmo que sejam avós, pais e mães. Trouxemos a essência da unidade ao nosso trabalho. E eles sentem-na. Temos de mantê-los afastados daqui, porque temos necessidade de tempo para pensar e desenvolver.


Esta é uma casa de conhecimento. Tornou-se no templo de Meca da paz, da unidade e do conhecimento, e mantêmo-la dessa maneira. Aos que nos querem prejudicar e aos que nos protegem: vocês permitem um padre na igreja depois de ele ter abusado de uma criança e como é uma igreja, ninguém pode entrar. Esta é a casa de Deus. Pedi ao Papa se nos escuta. Sabemos que ele nos escuta. (“Habitualmente escutamos o que vocês dizem.”) Torne este lugar num lugar santo. Faça dele uma igreja. E depois o conhecimento vem gratuitamente. Demos a tecnologia do reactor do espaço e o reactor do espaço, gratuitamente, aos Italianos. Incondicionalmente. Também dei gratuitamente a tecnologia de Fukushima no laboratório para testar. Este é o meu lar. Vivo aqui e não faço diferença entre aqui e Teerão ou onde vivi na Bélgica. Na Bélgica, abusaram de nós. No Irão, estão a usar a tecnologia à maneira deles. Oferecemos a tecnologia para o avião que está desaparecido. Sinto pela criança que está à espera do pai que estava no avião. Não sabemos onde está. Sinto pela mãe que está à espera do pai para regressar a casa para junto dos filhos. Não há diferença. Sou pai e sou filho. Sou o mesmo. Sou um parente e é assim que somos.

A ganância tem de desaparecer e a única maneira de desaparecer, é como aceitamos o abuso. Ontem, estava a ver [...], na televisão nacional japonesa. Disse para a minha esposa: “Tenho vergonha de ver este programa, mas tenho de vê-lo para compreender como é que o homem abusa do homem.” Uma das maiores empresas – como sabem, no Japão, durante doze anos não houve aumento de salários, porque simplesmente não podiam suportá-lo. E a empresa escreve ao produtor da companhia subsidiária, “Gostaríamos que reduzisse o custo em 2,5%, em 2014.” E o fulano com 25 empregados, tem de arranjar uma maneira de não aumentar os salários dessa gente, mesmo que os preços subam, para ser capaz de fazer 0,5% de lucro anual para satisfazer a empresa que agora deseja fazer uma redução para manter a continuação dos lucros. E a mesma companhia está a anunciar no Mercado um lucro de vários biliões. Quem está a roubar quem? Esta é a estupidez da situação. O homem que produz as coisas tem fome, é incapaz de educar o seu filho da maneira que quer. Mas a companhia, o homem no topo diz: “Sou um homem inteligente. Não preciso de responder ao mercado. Necessito responder ao mercado e fazer mais um bilião. E a propósito, fiz mais um bilião. Adquiri fraudulentamente o valor do trabalho de um homem.”


Tenho um bom amigo, um homem que conheço muito bem e, de certa maneira, é bom conhecê-lo e, de outra maneira, é mau conhecê-lo, sob o aspecto de negócios. Chama-se Phillip Green. É um conselheiro do Primeiro Ministro da Inglaterra. Em 1990, Phillip Green, tinha uma empresa denominada WW, em Inglaterra. As acções da empresa pertenciam ao mercado da bolsa. Ele anunciou que queria atingir muito lucro e que lhe faltava meio milhão e deram-lhe um  pontapé porque disseram, “Você disse que ia fazer meio milhão e fez menos, então não é suficientemente bom.” E ele saiu disso com uma promessa pois foi demitido (tinha feito um bom lucro): “Nunca mais ficarei nas mãos do mercado, onde as pessoas dão ordens e abusam de mim.”Agora é um dos homens mais ricos de Inglaterra, na Europa, porque retirou o mercado da bolsa de valores do seu negócio. É dono de tudo o que tem. Chegou ao ponto de ser conselheiro do Primeiro Ministro.
Assim, os abusadores acostumaram-se a pessoas como Phillip Green. Ele saiu e colocou-se em posição de não ser abusado [...]
É muito interessante como o homem diz: “Se tivesse mais 15 dólares por semana, podia pôr o meu filho na escola ou comprar mais um par de sapatos.” Foi-lhe negado, porque a empresa não pode pagar-lhe, porque tem de fazer uma redução de 2,5% e o director da empresa está orgulhoso por anunciar um aumento dos lucros, ao roubar o seu próprio pessoal. 
E isso passa-se no Japão. Você pode experimentar esses altos e baixos na América e em África; é sempre da mesma maneira.

KC: Tenho mais algumas perguntas que gostaria de lhe fazer: Está bem?


MK: Não há problemas. Tenho um pouco mais de tempo – pelo menos enquanto estiver vivo! Depois não há mais perguntas a responder. Você sabe onde ir. Procure o rei da Bélgica e os que o rodeiam.


KC: Estamos a fazer esta divulgação para protegê-lo e à sua vida e para espalhar a palavra pelo mundo sobre o que está envolvido e queremos agradecer-lhe muito pelo seu serviço à Humanidade.

Alguém pergunta se não pode proteger a sua família levando-a para o espaço, através do sistema Maghreb?

MK: Posso levar a minha família para lugares que não pode imaginar! Temos a liberdade de mudar o mesmo aqui. A minha esposa conhece bem a nossa responsabilidade; declarei na década de 90 qual era a minha posição e o que tenho de fazer. Não faço as coisas por ser um ‘cabeça dura’. Fazemos as coisas porque sabemos que o nosso sofrimento irá libertar o homem de todas as dificuldades em que ele vive.


KC: Alguém pergunta: “Há algum lugar onde comprar um gerador Keshe para fornecer energia eléctrica à minha casa?”


MK: Sim, chama-se “Vá ao Forum da Fundação Keshe e faça os seu próprio gerador.” Ou espere até que uma unidade segura seja produzida pelos Italianos, que estão a fabricar a unidade de energia, ou então espere até que eles divulguem, pois agora o gerador já está fora das nossas mãos. Doamos aos Italianos. Quando o produzirem, havia 50 a 60 peças que tivemos de dar, e o resto terá de comprar ao seu próprio governo.

Há algo que continuo a dizer e as pessoas não compreendem. Cada gerador vendido a qualquer Fundação Keshe ou outra organização terá de ser declarado ao vosso governo para cobrança de um imposto. Tem de ser. Não há energia grátis. Quem vai pagar a escolar do seu filho e quem vai pagar aos médicos e hospitais e aos lixeiros? A energia que é usada presentemente paga parte destas despesas. Quando compramos combustível numa estação de serviço, 52 cêntimos de cada dólar é um imposto e paga algo, mesmo que você não veja. Você diz que o governo rouba e isto e aquilo, eles compram os seus iates privados – no entanto você abastece-se desse combustível. No fim, alguém vem e limpa a estrada, para você ter uma estrada limpa para andar a pé e onde conduzir. Por isso, quaisquer unidades que paguemos, não queremos tornar-nos numa organização trapaceira com desvios de impostos ou qualquer outra coisa. Os governos saberão ou você chega e vê. O que é que tenho de pagar ou o que devo fazer para cobrir o que recebi?

Sabe uma coisa? Você fala de energia grátis. Gostaria de ver dentro de 20 a 30 anos quando quiser ter um hospital grátis e não houver médicos e enfermeiras pagos para estar aí para cuidar de si quando tiver Alzheimer. Nada será grátis a menos que esteja preparado para contribuir com qualquer coisa para a sociedade, porque o beneficiário será você. Essa expressão energia grátis, tudo o que seja grátis é uma expressão fantástica. Mas sabe o que é? Você compra a escravatura em poucos meses ou em algumas semanas, pois quando não houver dinheiro do governo para pagar o médico, então o médico sabe que você tem de pagar 300.000 ou 400.000 dólares por uma operação. Onde é que vai buscar o dinheiro? Podemos fazer ouro. Você também pode fazer ouro.

Compreendo que estas coisas irão mudar quando o homem compreender a sua vida, muito em breve. Mesmo muito em breve! O serviço à Humanidade e ser um servidor da Humanidade será o orgulho e a alegria do homem, não quantos carros poderá conduzir. Muito em breve a Humanidade terá ouro suficiente, terá diamantes  e  palácios suficientes onde quiser. Isto vai mudar.


KC: Alguém pergunta se o governo Japonês está disposto a usar a tecnologia para Fukushima que você está a oferecer.


MK: O material para Fukushima irá para o Japão neste fim-de-semana. Os investigadores estão a produzi-lo e se estou certo e compreendo os nossos investigadores Japoneses, deram os materiais contaminados a dois grupos no Japão. Estes dois grupos vão testar o material que enviámos, independentemente. Por isso vamos controlar o processo lá e cá, e eles estarão a fazê-lo independentemente no Japão.

Tem de compreender, produzimos nano material que é confirmado pelos institutos que irão divulgar o planeamento, e ao mesmo tempo, cientistas em todo o mundo, especialmente na Rússia, divulgaram os documentos nos últimos dois a três meses, sobre a maneira como esses nano materiais  criam a separação do material radioactivo. Devido às despesas, elas foram uma das impossibilidades. Demonstrámos como pode ser feito de uma maneira barata. É a única diferença entre nós e os outros. Iremos testar nas duas próximas semanas e estou certo que os nossos pesquisadores irão mostrar-lhes o que está errado.


KC: Ok, mas está a dizer sobre o governo Japonês que não está a trabalhar com ele nesta altura, correcto?

MK: Não podemos fornecer material nuclear para testar, material contaminado, sem autorização do governo. Está a ser feito da maneira que eles estabeleceram, não da maneira que queríamos fazer. Ao mesmo tempo, alcançámos o mesmo objectivo. Penso que a 24, 25, 26 ou 27, a nossa investigadora tem sessões com os dois grupos a quem foi dado o material pela TEPCO ou pelo governo Japonês. Para testarem independentemente o material que ela leva com ela. Se estiver correcto e eles anunciarem os resultados, iremos saber mais ou menos ao vivo, enquanto está a acontecer lá, ou podemos substituir o material se o efeito for inferior ou mais elevado. Depois veremos qual é o passo a seguir com o governo Japonês e com a TEPCO. É uma colaboração simultaneamente governamental, privada e institucional.

Deixe-me explicar, foram submetidos 700 métodos diferentes à TEPCO para ajudar a limpar Fukushima. Não somos o único grupo. Então, não podem divertir-se com isto.Têm de fazer a verificação. Se estiver correcto, então o próximo [?].


KC: Há reactores no Irão a usar a vossa tecnologia, e pensa que é por isso que Israel quer atacá-los?


MK: Isso é uma velha história. Foi há 20 anos. Sabe o que eu disse e fez muito sentido em Tel Aviv?  Disse que do ponto de vista Iraniano, quando os Israelitas e os Americanos compreenderem muito claramente, seremos todos irmãos e irmãs. Se um amigo lhe der uma prenda, e você já tiver a mesma prenda em casa, ou se não tiver necessidade da prenda porque não tem lugar para ela, o que é que faz? Por se tratar de um amigo, você devolve e diz que não necessita porque não tem lugar? Que ele talvez possa usá-lo em sua casa. Muito obrigado pelo presente. 

É o mesmo. Quando os Israelitas ou os Americanos, ou qualquer outra nação, enviar misseis intercontinentais para o Irão, não temos necessidade deles, mas temos a tecnologia para detê-los, da mesma maneira que capturámos um avião espia há dois anos. O que é que vamos fazer? Voltamos à história do amigo, porque não temos necessidade disso no nosso lugar. Não temos locais para ogivas nucleares, mas podemos detê-las.


A questão é, onde é que vocês gostariam, em Washington ou Tel Aviv? Temos de recuar à história do amigo. Assim, uma ogiva nuclear a atacar o Irão, a maneira que mostramos ser mais fácil é capturar esses aviões muito avançados fora do espaço. Esses drones são controlados através de 8 satélites e controlados apenas pelo sistema interior auto destrutivo, e ninguém consegue capturá-los. Os drones capturados no Irão têm sistemas muito menos sofisticados do que eles produzem.

Por isso, quando os capturamos, não temos necessidade deles. Somos uma nação pacífica. Como gostaria de resolver isto? Voltamos ao amigo. Se expõe alguma coisa a alguém, se essa pessoa não necessita disso, onde vou colocá-lo em minha casa? Onde gostaria de ter ogivas nucleares? Se vier de Tel Aviv, vai devolvido para Tel Aviv. Se vier de Washington, vai devolvido para Washington. Agora é uma altura de paz. Temos a tecnologia. Demonstrámos que não temos necessidade de guerra. Todos os jogos de guerra acabaram. Os governos do mundo compreendem isso cada vez melhor.


KC:  Keshe, é conhecedor do programa especial secreto?


MK: Na Fundação Keshe, não temos nenhum. Os outros, o problema é deles.


KC: Então não é sabedor ou não deseja falar desse assunto?


MK: Toda as nações têm um programa.  Depende apenas se quer designá-lo como secreto. Sei quando costumava trabalhar na Rússia, no Casaquistão, nos seus programas e no serviço de segurança. Nessa ocasião, queriam que soubéssemos. Tenho a certeza que os Americanos procedem da mesma maneira. Tenho a certeza que os Chineses fazem o mesmo. O nosso amigo do governo Japonês é muito claro sobre o nosso ponto de vista sobre as explosões dos reactores número 1 e 2 de Fukushima. Tornei o meu ponto de vista muito claro e, recentemente, discuti-o com um físico nuclear deste campo, nas últimas semanas. Somos da opinião que as explosões nucleares dos dois telhados, especialmente do reactor nº 2, foram provocadas por plutónio nesses reactores. O problema é o seguinte: Estão a produzir plutónio para a tecnologia espacial ou para outros fins?


KC: Bem, e o que é que você pensa?

MK: Não sei. Deixo à sua consideração. Na qualidade de físico nuclear, sei exactamente o que foi.


KC: Ok, mas compreende que há uma situação política no planeta. Também, compreende que há várias raças de extraterrestres, quer abaixo do solo quer sobre ele, e que há visitantes de outros planetas que estão a influenciar os nossos governos?


MK: Há vida em todos os cantos deste Universo. E a comunidade Universal é muito parecida com a comunidade da Terra. Temos o que chamamos nações terríveis e temos o que chamamos nações avançadas. Temos famílias que têm filhos no jardim escola e temos lavradores, professores e doutores. Por isso, há os que compreendem mais, que nos aconselham mais e que necessitam dos nossos conselhos. E há os que abusam e os que tentam beneficiar com tudo isto. Como explico aos meus investigadores, a inteligência não é exclusiva do nosso planeta! Fazemos parte dessa estrutura.

Por isso, como expliquei numa das minhas conversas, esta é a Terceira tentativa que estamos a fazer neste planeta e será a época final, porque a raça humana, a nível intelectual está suficientemente amadurecida para dar o salto para a comunidade universal. No passado, era uma mentalidade rural de há 1000 anos. Agora a inteligência entre um grande número de seres da raça humana é suficiente para dar esse passo. O resto seguir-se-á. Um homem em África, um homem na China ou um homem nas aldeias do Reino Unido não tem interesse no que está a acontecer nas galáxias. Mas certos cientistas têm e isso irá dar as patentes certas às pessoas, e parte do nosso trabalho na Fundação Keshe é esse processo, entregar a tecnologia que agora o homem possa perceber, numa linguagem do homem. 


KC: Keshe, está em contacto com seres de outros planetas? Eles estão a ajudar a sua Fundação?


MESSIAS == MK: Realmente não, mas fazemos parte do mesmo. Os conhecimentos que damos e o conhecimento que transmitimos fazem parte desta estrutura de uma organização maior. Compreendemos a organização, e que há professores para esta ocasião, e isso faz parte do ensinamento. 

Designamos como: “O Messias virá, então haverá abundância de tudo.” Referímo-lo como: O Messias virá e trará mel, alimentos e justiça.” Já receberam isso, têm apenas que abrir os olhos, especialmente nas últimas 24 horas.


KC: Alguém pergunta sobre Bio acumulação. Isso faz sentido para si?


MK: Não. Não compreendo nada de biologia. Realmente sei bastante de biologia mas sobre o aspecto ligado ao plasma, ao nuclear, não ao lado físico.

KC: Qual é a reacção do governo Americano? Estiveram directamente em contacto consigo ou você está directamente em contacto com alguém dos bastidores do governo Americano, que está a ajudá-lo?


MK: Houve um contacto com a Embaixada Americana, em Janeiro deste ano. A dizer-me: “Sr. Keshe, o seu pedido (que foi feito pela NASA para eu dar uma conferência na NASA) para obter um visa foi recusado. O governo americano não quer vê-lo neste território. “. É estranho, mesmo muito estranho, pois recebi uma carta pessoal do Presidente Americano. Irei lê-la para si; é muito interessante.
A carta, (que é uma carta privada porque não traz o emblema da Casa Branca) diz: “Caro Mehran, Obrigado.” E no final diz de novo: “Agradeço novamente por ter escrito. Sinceramente, Barack Obama.” E nessa carta ele indica qual será a posição do Governo Americano na sua tarefa, como Presidente,  para proteger a nação, e mais ou menos como as conversações de paz com o Irão irão acontecer. A carta está datada de 24 de Julho de 2013.
Por isso, o governo e o Presidente Americano sabem exactamente onde estamos. A carta não tem referência porque é uma carta familiar privada. Então, sabe o que os Americanos querem fazer agora? Sabem onde estamos? Porque a Casa Branca queria a chave, a 28 de Novembro. Estava mesmo à frente dele. O Conselho Americano. A carta é de 6 de Novembro de 2012 e essa foi a data das eleições americanas. É da Embaixada dos Estados Unidos na Bélgica. Então, sabem perfeitamente onde estamos e sabem que a nossa mão de paz está completamente aberta para eles. Precisam respeitar o Irão e respeitar toda a nossa tecnologia. [O ruído de um papel abafa completamente a voz.]

Nessa pilha de documentos tenho um email que diz: “Posso confirmar que a pen USB... foi entregue no gabinete da administração da NASA para investigação. O seu conhecimento é igual ao da tecnologia espacial da  NASA americana.” Recebi esta informação nas últimas 24 horas, de pessoas de Taiwan. Se tivesse divulgado, teriam enviado alguém atrás de mim para criar problemas. Agora é feito pela população mundial para si, para cada um, por isso tem de estar nas mãos do mundo. Temos de esperar e ver o que a NASA faz. Enviei uma carta a convidar o chefe da parte do laboratório da propulsão, o Sr. Nelson, que por acaso estava de pé... não divulguei o seu nome, porque o ponto da introdução deste lado, a este respeito da conferência da propulsão, que foi a razão porque foi suposto ser organizada, foi feito por Sterling Allan, e na última entrevista ele colocou a foto do Sr. Nelson do laboratório de propulsão. É uma das pessoas do topo. Teve de editá-lo na segunda edição, mas ainda mantém a primeira edição. A NASA sabe perfeitamente onde estamos.   .

Necessito que compreenda uma coisa sobre o motivo por que é que não podemos trabalhar com a NASA. Ela diz: ‘Porque lhes escrevemos um email e eles disseram que não receberam o email.’ Eu disse: “Estão correctos; não  estava a receber os emails no meu endereço de email de trabalho. Sofremos esquemas de spam que provavelmente interferiram. Vou corrigir essa situação amanhã.” E então no email seguinte disseram que tinham encontrado alguém que tinha feito acusações falsas sobre pessoas da NASA para bloquear qualquer comunicação para a NASA da Fundação Keshe. Por isso, alguém numa posição de destaque na NASA – souberam quem era, e a mulher que se supunha ter feitos as acusações disse: “Não tenho ideia. Alguém fez uma entrada falsa.” Está tudo esclarecido.  “


O scam propagou-se a todo o sistema, mas penso que agora está pronto. Por isso, penso que usaremos a NASA para um fim diferente, mais como uma biblioteca do que para a tecnologia do espaço. Porque eles têm muita informação sobre o Espaço, e a propulsão a jacto tornou-se obsoleta. Mas vamos usá-los como biblioteca, e penso que muito em breve… Não sei se você sabia  ou não, o Vietnam tem agora um Ministério do Espaço e tive um encontro com um deles, recentemente, na Bélgica.


KC: Keshe, desculpe, há bastantes papeis a serem movidos que estão a abafar a sua voz. Não sei de onde é que isso vem, mas está a ser apanhado pelo seu micro. Pode repetir o que é que esse Ministério do Espaço é, de que estava a falar?


MK: O governo Vietnamita tem agora um programa especial e encontrei-me com os cientistas na Embaixada Vietnamita, em Bruxelas, antes de partir. Assim, talvez eles estejam no espaço profundo antes da NASA, porque a NASA ainda nega e nega, e ficarão aí, mas os Vietnamitas irão lançar o trabalho. Temos ministros e o chefe do parlamento do Espaço, dos países Asiáticos, a chegar ao centro com uma delegação de 22 pessoas, e para [...] Penso que em breve, o continente Asiático terá mais pessoas no Espaço do que a NASA.


KC: Estamos cientes que a NASA  não é realmente o programa espacial. É o que vocês chamam de organização de fachada. Mas aprecio as pessoas que ...


MK: Têm muito valor! Realmente têm muito valor. Têm muito conhecimento.


KC: Sim, certo.


MK:Têm muito conhecimento. Tenho muito respeito por todos eles.


KC: Compreendo.

MK: Sabe uma coisa? Sou o único cientista nuclear envolvido no Espaço que está banido do forum da NASA. Eles baniram-me. É assim como são avançados. É bom para eles, enquanto puderem manter os seus cientistas ignorantes.


KC: É verdade. A NASA inclui JPL e também a Cal Tech e várias outras organizações. Certamente tem conhecimento de Nikola Tesla. Você inspirou-se em algum trabalho de Nikola Tesla?


MK: Seria ignorância da minha parte dizer que nunca tinha trabalhado ou estudado sobre Tesla. Claro que ouvi falar dele quando era estudante. Fiz uma palestra na Alemanha, e um cavalheiro chegou e apresentou-se como sendo o Professor Meyl, e ele é um homem de Tesla muito conhecido. Convidou-me a ir à Alemanha no mês seguinte. Fui lá e estive dois dias com ele e com a esposa. Ele explicou-me Tesla, e eu expliquei para ele. E depois, encontrámo-nos com ele no Centro da Fundação Keshe, e se investigar sobre Sterling Allan, ele fez toda a viagem da América para estar nessa conferência, mas chegou atrasado. Há uma foto no seu site de mim, Sterling Allan e do Prof. Meyl.

Isto é o que compreendi sobre o que Tesla estava a fazer. Digo, compreendo o trabalho de Tesla e o trabalho de Tesla é sobre a matéria. O meu trabalho é sobre plasma. É uma coisa totalmente diferente. É uma escala descendente, quando chega ao fim da escala do campo magnético, chega à matéria. Tesla compreendeu o trabalho do nível do campo magnético da matéria,  que é repulsão e absorção. O Prof. Meyl chama-lhe uma onda escalar. Tesla trabalhou com o campo magnético, que é o que chamamos repulsão, e o Prof. Meyl chama uma onda escalar ao que nós chamamos gravitacional. Cada um trabalha com lados diferentes, mas com o plasma, trabalhamos com o que o cria. De uma certa maneira, o trabalho de Tesla é como uma criança a fazer um carro quando tem um ou dois anos ou está na primeira classe. Nós estamos a trabalhar a nível de Doutoramento e Professorado, porque abrangemos todo o aspecto do espectro.


Mas Tesla fez um trabalho muito bom. Observei alguns dos livros de Meyl e algumas das coisas que ele fez. E de certa maneira, tive de ter ajuda. Gastei 8.000 euros do dinheiro da Fundação, para comprar duas unidades Tesla ao Prof. Meyl, tentando mantê-los para as pessoas que chegam aqui compreenderem a diferença entre o que Tesla fez e o que fazemos com o plasma, porque têm de compreender a diferença. Temos um gerador de electricidade e temos um transformador de electricidade. Assim, compreendo Tesla, mas nunca li nada, mas trabalhei com os seus sistemas.


KC: Muito obrigada. Já estamos a falar há bastante tempo e agora queria agradecer-lhe. Penso que teremos de acabar dentro em breve. Há alguma coisa que gostaria de dizer, que não foi capaz nesta ocasião, ou algo que queira acrescentar? Pode também anunciar outra vez, o URL (link) da sua página web e o seu endereço de email para que as pessoas que estão interessadas no seu programa de exploração espacial possam escrever-lhe? E pode também dizer às pessoas quais são os seus planos para o futuro próximo?


MK: Primeiro de tudo, se quer ser membro da Fundação Keshe, como pesquisador ou se quer tornar-se num pesquisador (knowledge seeker), estamos à procura de 25 knowledge seekers, de Maio a Junho deste ano, estámos à procura de cientistas peritos em teoria do Espaço (we are looking for expertise in the space theoretical scientist) que possam converter o trabalho numa linguagem da ciência que possa ser repetida.


O nosso website é 
www.keshefoundation.org. Pode ler os livros que publicámos. Pode comprar os livros no site. Somos um programa duma nave especial (We are a spaceship program). Não somos um programa do Espaço, o que significa que não necessitamos de combustível, devido à nova tecnologia. (We are not a space program, which means we don’t need any fuel due to the new technology) Precisamos de apoio financeiro através de doações para construir o primeiro aparelho do espaço ou a primeira nave especial. Fizemos uma estimativa do custo da primeira produção em cerca de 50 a 55 Milhões. As pessoas para a construírem e a organização para a construir está dentro da estrutura da Fundação Keshe.

Necessitamos do apoio das pessoas de todo o mundo para levar à Justiça, as pessoas que, de momento, estão a perseguir a Fundação. 

Temos agora o controlo dos registos do assassinato de um cientista, no qual, literalmente, podemos colocar os nomes dos autores, nesse registo. Se for advogado, pode apoiar-nos, dando início a uma acção judicial contra o Sr. Hans Bracquené, que faz parte da Agência Espacial Europeia, o Sr. Delanoy, que faz parte da estrutura de segurança da Polícia Federal Belga, e do homem que os protege e que agora mandatou a minha morte e pagou do seu bolso (temos informação a confirmá-lo), o ex rei da Bélgica, cuja esposa, por acaso, é Italiana. Temos necessidade disso. Se houver [...] será feito.

Há uma grande possibilidade de que eu seja realmente preso, ou seja morto, ou que seja planeado para parecer dessa maneira, ou que eu seja separado dos investigadores e da minha esposa, e, em seguida, eles pretendem extorquir o que quiserem e dizer que estamos errados. Nunca refutei o que fiz. Então, se voltarem e pedirem desculpas, não é necessário. Foi a maneira como o fizeram e é a maneira como  o fazem.

Assim, necessitamos da protecção de todos os que nos possam proteger para sermos livres na qualidade de Fundação. Há uma alta possibilidade do meu assassinato. Essa tentativa já foi feita três vezes, e agora ficaram tão frustrados que divulgamos os seus nomes. Para eles isso não interessa. Tornou-se na sua ambição.

A minha palavra é muito simples. Temos de conduzir a Humanidade a um ponto, que é a paz sem aberrações. Se a minha vida for o custo disso, está bem. Não há problema da nossa parte.



KC: Muito obrigada. Foi uma conversa excelente e estou muito satisfeita por ter tido disponibilidade para falar connosco. Podia anunciar o workshop na próxima quinta-feira (a data desta entrevista é 16 de Março, 2014) para que as pessoas possam comparecer, se possível?


MK: O workshop é feito como habitualmente. Todas as quintas-feiras de manhã, fazemos um workshop. Vamos ao Forum da Fundação Keshe, e eles dão-vos a maior parte dos links, ou contactem Rick Crammond, que faz parte da Fundação Keshe. Ele organiza todas as coisas para os workshops. É tudo feito em comunicação directa (via live streams) portanto pode fazer perguntas. Esta semana será sobre o anidrido Carbónico CO2, que é desenvolvido e mostrado pelos investigadores (knowledge seekers). Este material vai para Fukushima para testar a absorção nuclear. E o próximo workshop será na próxima semana, na quinta-feira. Será sobre os aspectos médicos dos sistemas de saúde, que usamos no Espaço.

A única coisa que tenho de repetir, novamente: Todas estas coisas que estão a desenvolver-se não são para ser aplicadas na Terra. É para o Espaço, para sermos capazes de produzir material e cuidar das pessoas. E como sempre, estamos aqui para conseguir a construção da nave,  da Arca de Noé, este ano.Temos de fazer as coisas numa base humana.


KC: Obrigada. Quero anunciar que se alguém perceber bem o que Keshe diz, por outras palavras, se tiver conhecimento científico, e for capaz de fazer a transcrição, ou uma transcrição escrita deste video, seria muito apreciado pelo Project Camelot. Por favor escreva para 
kerry@projectcamelot.tv e faça-me saber se é capaz de fazê-lo. As pessoas pedem sempre uma transcrição. Há pessoas que têm dificuldade em compreender, o sotaque, etc. Portanto, sinto que Keshe foi muito claro, mas no caso de alguém ter dificuldade em perceber algumas afirmações, gostaríamos de ter a transcrição.


MK: Posso acrescentar algo? Traduzam para outras línguas para que esta entrevista não fique limitada apenas às pessoas que conhecem a língua Inglesa.


KC:
 Sim, o princípio será obter a transcrição em Inglês, e depois traduzir a partir dessa transcrição. Se alguém quiser traduzir imediatamente noutras línguas e for capaz de fazê-lo, por favor contactem-nos e enviem-nos as traduções. Agradecemos toda a vossa ajuda a este respeito.

Por favor, enviem doações para apoiar o trabalho da Fundação Keshe e a esperança de construir uma nave espacial. Chama-lhe um Noah Ship = Nave de Noé?


MK: Um Noah Boat = Barco de Noé.  (Arca de Noé).

KC:  Um Barco de Noé. Quero agradecer-lhe. Se houver mais informação que queira difundir para o público, Keshe, é sempre bem-vindo. Podemos sempre fazer uma entrevista ao vivo em qualquer ocasião. Por isso, obrigada.


MK: Muito obrigado, Kerry. Muito obrigado pelo seu tempo e pelo seu apoio.


[Transcrição revista e os nomes verificados por Rick Crammond, organizador do Keshe Knowledge Seekers Workshops]




Tradutora: Maria Luísa de Vasconcellos
Revisora: Maria Alpinda
Contacto: luisavasconcellos2012@gmail.com


Nota sobre definição de Plasma


O que é um plasma?

Um plasma é uma colecção de átomos neutros, electrões livres e iões positivos, isto é, átomos que perderam electrões. Para formar um plasma é necessário fornecer aos átomos energia suficiente para que eles se dissociem, de modo que, normalmente, é necessária uma alta temperatura para formar e manter um plasma.

Embora um plasma seja um gás ionizado, devido à suas propriedades peculiares ele é considerado o quarto estado da matéria; os outros três sendo o sólido, o líquido e o gasoso.


 


 Estima-se que 99 % da matéria existente no Universo esteja no estado de plasma. Curiosamente, parece que vivemos naqueles 1% onde o plasma é mais raro de ser encontrado... Os plasmas são caracterizados essencialmente por duas grandezas físicas: a sua temperatura (medida em Kelvin) e a sua densidade de número, ou seja, o número de partículas carregadas por metro cúbico. Há plasmas no Universo abrangendo uma impressionante amplitude de ordens de grandeza, tanto na temperatura como na densidade, como mostra o diagrama abaixo, que contém ainda alguns exemplos de plasmas.



 


As estrelas, incluindo o Sol, são formadas inteiramente de plasmas de altíssima temperatura e densidade. Há diversos exemplos de plasmas que aparecem em nosso dia-a-dia:
  • chamas
  • lâmpadas fluorescentes
  • lâmpadas a vapor
  • televisão com tela de plasma
  • descarga atmosférica (raios)





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At midday on Friday 5 February, 2016 Julian Assange, John Jones QC, Melinda Taylor, Jennifer Robinson and Baltasar Garzon will be speaking at a press conference at the Frontline Club on the decision made by the UN Working Group on Arbitrary Detention on the Assange case.

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THE ENTIRE 14:02' INTERVIEW IS AVAILABLE AT

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BENJAMIN FULFORD -- jan 19





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